Colunistas

PT nunca mais

01/11/2018 - 14h:14min
Nelson Egon Geiger

Logo após o término do Regime Militar, mais precisamente em 1985, circulou pelo País o livro “Brasil Nunca Mais”, que fora editado sob patrocínio do projeto de mesmo nome, patrocinado pelo Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, de São Paulo, o Rabino Henri Söbel, da comunidade judaica brasileira e o Pastor Jaime Wright, presbiteriano.

Referia-se aos “anos de chumbo” em que o País fora dominado pelo Regime Militar. Na verdade entre 1964 até 1985. Inúmeros fatos foram ali contestados e acusados de violentos. Incluindo casos de tortura e de mortes acontecidas naquela época.

Todavia hoje, aqui e agora cabe a ressalva do discurso do Gen. Gramoza, do Exército Brasileiro, da reserva. Em sua manifestação o Ilustre Militar comenta até onde aqueles 21 anos enxovalharam a nação. Afirma ele que a liberdade decantada pelo PT, mais se preocupou em “roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar. Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas”. Falam segundo disse o General em uma “noite que durou 21 anos” (referindo-se ao Regime Militar) “e fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26 (anos)”.

Pois bem, o vencedor das eleições e, então, Presidente eleito, JAIR BOLSONARO foi enfático em seu pronunciamento após divulgação do resultado: “não sou o salvador da Pátria; precisamos todos trabalhar juntos”. Afirmou que será duro contra a corrupção. Seu discurso não poderia ser melhor. A corrupção foi institucionalizada no Brasil a partir de 2003, no começo do mando petista. Veja-se que em 2006 estourou o famigerado “mensalão”. Ali começou a ser descoberto qual o interesse do PT. Com o mentor José Dirceu montaram uma organização para “saquear” o erário nacional e, com o dinheiro, que é exorbitante como se vê diariamente na mídia, perpetuarem-se no poder.

Agora, com a ajuda de Deus dos brasileiros foi afastada a canalhada que não ficou restrita ao PT. Porquanto PMDB, PP, PSDB e outros também deixaram representantes na máfia cujo “poderoso chefão” está preso em Curitiba. E, aliás, a maioria dos envolvidos em atos de corrupção já apontados pela Operação Lava Jato, não se reelegeu. Foi uma limpeza quase geral. Quase, porque os espertos Gleisi Hoffmann e Aécio Neves, não concorreram ao Senado. Sim à Câmara, onde com votação pífia se elegeram. E Renan Calheiros que, pasme-se, conseguiu se eleger em Alagoas.

Assim que na comparação entre o Regime Militar e a democracia atual, com tudo que foi apurado pela Lava Jato e com tudo que ainda não foi apurado, prefiro a ordem que antes existia, à desordem atual. Assim, com o resultado de domingo se espera o livro: PT NUNCA MAIS.

 

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