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EXCLUSIVA: Pastor suspeito de abusar de fiéis em Camaquã tem liberdade concedida pelo TJ/RS

Informação obtida pela reportagem do Clic aponta que pastor pode ser solto a qualquer momento


Por Redação Clic Camaquã Publicado 23/08/2021
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Na noite desta segunda-feira, 23 de agosto, a equipe de reportagem do Clic Camaquã recebeu uma informação exclusiva sobre um caso que chocou a comunidade camaquense no mês de agosto. Um pastor foi acusado por quatro fiéis de abuso sexual e acabou preso. Agora, uma decisão liminar do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS) deve conceder liberdade ao suspeito.

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Conforme informações obtidas com exclusividade pela equipe de jornalismo do Clic, o alvará de soltura já foi expedido.

A liberdade do pastor, que atualmente se encontra no Presídio Estadual de Camaquã, depende apenas do trâmite burocrático da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), responsável pela casa prisional.

A decisão liminar monocrática foi concedida pela relatora do habeas corpus e ainda será submetida ao colegiado.

A desembargadora atendeu uma das teses da defesa, que aponta que não há evidência nos autos de que a liberdade do suspeito coloca em risco o público ou as vítimas.

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A liberdade foi concedida com as condições de que o suspeito não vá até a igreja da qual ele era o pastor; não pode ter contato com as vítimas; não pode se ausentar da Comarca de Camaquã; e precisa permanecer em prisão domiciliar durante a noite.

As denúncias e a prisão

No dia 12 de agosto, veio a público o caso que chocou a comunidade camaquense. O pastor de uma igreja evangélica foi preso, acusado de abusar sexualmente de fiéis da igreja a qual ele coordenava.

A Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia de Camaquã, deflagrou a operação “Cordeiro de Deus”, resultando na prisão preventiva do pastor.

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Segundo relatos das inúmeras vítimas, o pastor as convidava para uma “campanha de oração” em uma sala reservada, local onde abusava sexualmente delas.

A identidade do preso não foi revelada em virtude da Lei 13.869/2019, a Lei de Abuso de Autoridade, que desde 2019 proíbe a divulgação de nome e fotos de presos.

Nesta quarta-feira, 11 de agosto, o programa Elas por Elas, apresentado por Renata Ulguim na ClicRádio, trouxe uma entrevista exclusiva com duas das quatro vítimas, que aceitaram trazer seus relatos desde que tivessem suas identidades preservadas.

Clique aqui e confira a matéria completa.


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