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Polícia prende integrantes de organização criminosa que vendia e falsificava agrotóxicos

Conforme a polícia, cerca de 300 policiais e fiscais participaram da ação em 21 cidades


Por Redação Clic Camaquã Publicado 15/12/2022
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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Quatorze pessoas de uma organização criminosa foram presos pela Polícia Civil nesta quinta-feira (15) durante a Operação Hórus, que aconteceu nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia para desarticular organização criminosa que vendia e falsificava agrotóxicos proibidos no Brasil. Conforme a polícia, cerca de 300 policiais e fiscais participaram da ação em 21 cidades.

De acordo com o delegado Heleno dos Santos, da Delegacia de Polícia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas de São Luiz Gonzaga (Draco), foram 11 prisões preventivas e três em flagrante, além de quase 1 tonelada em embalagens, certa quantidade de maconha, armas e agrotóxicos apreendidos. Os números ainda não contabilizam os resultados da Bahia.

Segundo a Polícia Civil, a organização tinha como sede a cidade de São Luiz Gonzaga e se dividia em seis células, que eram compostas por 34 pessoas e três empresas. Dois grupos menores, um deles sediado na Zona Rural de Roque Gonzales e outro em Humaitá, eram os responsáveis pelo fornecimento dos agrotóxicos proibidos e insumos usados na falsificação.

As demais células se dividiam na falsificação dos produtos e embalagens, na venda dos agrotóxicos proibidos e na lavagem da renda do crime por meio de “laranjas”.

As investigações começaram há cerca de um ano, a partir de pedido da coordenação central da Operação Hórus, no Ministério da Justiça, considerando estudos do Ministério da Agricultura que indicavam o RS, desde 2021, como porta de entrada de agrotóxicos ilegais fabricados na China e na Índia, que ingressam no país pela Argentina e Uruguai.

A polícia informou que o grupo enviou cargas de agrotóxicos ilegais para produtores rurais do Brasil, em especial do RS e Bahia. A Draco de São Luiz Gonzaga monitorou as movimentações financeiras dos investigados, constatando que grande parte do dinheiro auferido com a venda dos agrotóxicos ilegais passou pelas mãos dos “laranjas”, incluindo familiares, “amantes” e empresas.

Operação

No total, foram executadas mais de 160 ordens judiciais, entre elas 11 mandados de prisão preventiva, 55 mandados de busca e apreensão em residências e empresas, 22 mandados de busca e apreensão de veículos, 37 mandados de sequestro de bens e rendas e suspensão dos CNPJs das empresas “laranjas”.

Além de São Luiz Gonzaga, no estado, os mandados foram cumpridos em Santo Antônio das Missões, Roque Gonzales, Bossoroca, Santiago, Itacurubi, Passo Fundo, Marau, Palmeira das Missões, Nova Ramada, Santo Ângelo, Giruá, Humaitá, Tiradentes do Sul e Cruz Alta.

Além destas, Marialva (PR), São Desidério (BA), Novo Paraná (BA), Luís Eduardo Magalhães (BA), Barreiras (BA) e Riachão das Neves (BA).

*Fonte: g1 RS


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