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Suspeito admite ritual espiritual, mas alega inocência em caso de mulher morta em cemitério na região central do estado

Causa do óbito de Zilda Correa Bittencourt, 58 anos, será apontada pelo laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP), mas suspeita é de que vítima tenha sido espancada


Por Pablo Bierhals Publicado 14/02/2024
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Fernando Ramos / Formigueiro REAL/Divulgação

Zilda Correa Bittencourt, 58 anos, foi morte em Formigueiro, na região central do Rio Grande do Sul, no último fim de semana. Quatro pessoas ligadas a um centro religioso na localidade de Passo do Maia foram presos por suspeita de que um suposto ritual espiritual, com violência, teria causado a morte da vítima.

Um dos presos, Francisco, 65 anos, admitiu a existência do ritual espiritual, mas alegou inocência na morte. Além dele, foram presos Jubal, 67 anos, e os filhos Nayana, 33, e Larry, 23.

A investigação da Polícia Civil aponta para uma morte por espancamento durante o suposto ritual que teria sido realizado porque a vítima acreditava estar sendo atormentada por uma entidade maligna. Ela teria sido, inclusive, amarrada em uma cruz. Zilda foi levada ao hospital já desacordada, onde foi constatada a morte no início da madrugada do último sábado (10). O marido e o filho de Zilda testemunharam o ritual e alegam que os quatro presos afirmavam que o espancamento era parte do procedimento.

Neste momento, a polícia trata marido e filho como testemunhas, no entanto, a conduta deles é apurada pela investigação. Os presos são investigados por homicídio e possível tortura.


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