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Caso Miguel: madrasta confessa tortura e ocultação de cadáver

A mãe da criança afirmou que deu medicação para a criança e saiu em seguida, mas que quando retornou o menino estava morto


Por Pablo Bierhals Publicado 05/04/2024
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Foto: Juliano Verardi / DICOM/TJRS

Bruna Nathiele Porto da Rosa, 26 anos, que está sendo julgada por participação no assassinato e ocultação de cadáver da Miguel dos Santos Rodrigues, foi ouvida pelo tribunal na noite desta quinta-feira (4). A versão da madrasta é o oposto da que foi apresentada pela mãe da criança, Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues, 28 anos, que também está sendo julgada.

O crime ocorreu em julho de 2021, em Imbé, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Miguel tinha 7 anos.

Segundo a madrasta, a mãe da criança já era agressiva antes do relacionamento das duas. Yasmin, por outro lado, afirma que mudou após o relacionamento. Antes, segundo ela, era uma mãe presente e zelosa com o filho.

Bruna admitiu ter torturado Miguel psicologicamente, ter gravado vídeos ameaçando a criança e ter ajudado a levar o corpo do garoto até o rio. No entanto, alegou que não teve participação no assassinato do menino. Yasmin, no entanto, afirma que na noite anterior à morte do filho, teria de fato o agredido, porém na manhã seguinte, observando que Miguel estava “estranho”, tentou faze-lo comer e saiu para fora da pousada em que estava. Após cerca de 40 minutos, teria retornado para pousada e encontrado Miguel morto no banheiro. Ele estava roxo e gelado. Ao ser questionada, Bruna teria respondido que o menino estava morto.

A investigação apontou que Yasmin espancou o filho brutalmente e dopou a criança, provocando a morte do filho. Bruna teria participado da ação.

Após o assassinato, as duas teriam jogado o corpo do menino, que até hoje não foi encontrado, no Rio Tramandaí. De acordo com a promotoria, o motivo do assassinato seria que o menino atrapalhava o relacionamento da mãe e da madrasta. O julgamento é transmitido pelo Youtube do TJRS.


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