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Polícia Civil realiza ação contra golpistas que criaram sistema de falsos investimentos

Cerca de 4 mil vítimas foram identificadas e prejuízos superam os R$ 20 milhões


Por Redação/Clic Camaquã Publicado 12/07/2023
 Tempo de leitura estimado: 00:00
Foto: Divulgação/PC

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de São Luiz Gonzaga, deflagrou, nesta quarta-feira (12), a Operação Trapaça no Rio Grande do Sul, em São Paulo e em Santa Catarina contra grupo criminoso que lesou milhares de vítimas com um sistema de falsos investimentos.

Ao todo, 150 policiais civis executam 11 mandados de prisão temporária, 21 mandados de busca e apreensão residencial, 19 mandados de busca e apreensão de veículos, bloqueio em contas bancárias de 11 pessoas físicas e 3 pessoas jurídicas, além do bloqueio de imóveis de 11 pessoas físicas e 3 pessoas jurídicas. Até às 8h, pelo menos oito pessoas haviam sido presas.

Segundo o Delegado Heleno dos Santos, titular da Draco de São Luiz Gonzaga, e o Delegado Gerson de Assis, titular do Delegado de Polícia de Santo Antônio das Missões, várias vítimas procuraram a Polícia Civil reclamando de uma empresa que prometia investimentos no mercado de ações com a promessa de altos ganhos.

As vítimas foram atraídas a integrarem grupos virtuais de “investimentos financeiros” muito lucrativos, geridos a partir de uma plataforma digital.

Além da identificação dos criminosos, as investigações também se concentraram na identificação do patrimônio obtido pelos golpistas com o dinheiro desviado das vítimas e o bloqueio das contas bancárias e imóveis adquiridos pelos criminosos. A estimativa é que o grupo criminoso tenha lesado mais de 4 mil vítimas nos três estados, causando prejuízos que superam a cifra dos R$ 20 milhões.

O golpe começava a partir do momento em que a vítima era convidada a fazer o upload do aplicativo “Genesis.vet” para o seu smartphone, cadastrando em seguida os seus dados pessoais, anexando diversos documentos pessoais.

Na sequência, a pessoa recebia um link para aderir a grupos de Whatsapp, onde recebia orientações de como investir, havendo especial “pressão” para investirem rapidamente.

De acordo com os delegados, os golpistas mesclavam o uso de aplicativos legítimos com o uso de aplicativos falsos:

“Havia o uso regular de aplicativos para a conversão de moeda estrangeira, por exemplo, culminando com a transferência de quantias variadas em dinheiro para os criminosos, via pix, TED ou boletos, todos gerados a partir de uma plataforma também regular, tudo de modo a parecer que as transações eram feitas sempre a partir de sites e aplicativos seguros”, destaca.

O golpe era consumado quando as vítimas usavam os códigos pix e boletos acreditando que estavam realmente fazendo investimentos, quando, na verdade, estavam transferindo os valores diretamente para as contas dos criminosos ou das empresas por eles criadas. Há indicativos de que grande parte do dinheiro era depositado em contas localizadas no exterior.

Vítimas devem procurar a Polícia e registrar ocorrência

Os Delegados Heleno e Gerson perceberam que a grande parte das vítimas sente medo ou até vergonha de procurar a Polícia Civil.

Com a publicidade do caso, acreditam os Delegados que as vítimas se sentirão mais confiantes e a tendência é de que os registros aumentem.

Cerca de 50 vítimas efetivaram ocorrência nos estados do RS, SC e SP, o que significa que a maioria das pessoas lesadas ainda não efetivou.

Salienta-se que o registro de ocorrência policial é um valioso instrumento de prova para a responsabilização criminal dos golpistas, possibilitando o ressarcimento mais rápido das vítimas.


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