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Maior operação policial da história de São Lourenço do Sul completa um ano em outubro

Operação Geminus culminou no cumprimento de 22 Mandados de Busca e Apreensão e 22 Mandados de Prisão Preventiva, empregando mais de 100 policiais em 26 viaturas


Por Redação Clic Camaquã Publicado 24/09/2019
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No próximo dia dezoito de outubro completará um ano da maior operação policial realizada em São Lourenço do Sul, batizada pela Polícia Civil como OPERAÇÃO GEMINUS.

A operação foi desencadeada pela Polícia Civil, a partir da investigação pela Delegacia de Polícia de São Lourenço do Sul instaurada para apurar o homicídio de RÓBINSON ALMEIDA NASCIMENTO, ocorrido no dia 18/07/2018 em um ponto de venda de drogas na margem direita do Arroio São Lourenço.

Confira o vídeo registrado durante a operação (disponível no YouTube do Clic):

 

O nome da operação se deu em virtude do principal investigado de ser o mandante do assassinato tratar-se de um apenado recolhido à Penitenciaria Modulada de Charqueadas e que possui um irmão gêmeo também recolhido àquela penitenciária.

A investigação revelou a existência de uma “célula” de uma organização criminosa da Grande Porto Alegre que era comandada e administrada pelo detendo F.M.S. (31 anos à época) e várias prisões e apreensões de armas e drogas foram efetivadas no curso da investigação que culminou com o cumprimento de 22 Mandados de Busca e Apreensão e 22 Mandados de Prisão Preventiva, sendo que 04 investigados já haviam sido presos no curso das investigações.

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O cumprimento das ordens de busca e prisões decretadas pelo Poder Judiciário teve o apoio da Brigada e Militar. Foram empregados mais de 100 policiais entre civis e militares, 22 viaturas da Polícia Civil, 04 viaturas da Brigada Militar além de um ônibus da Brigada Militar que foi empregado para o transporte do grande número de presos ao Presídio de Pelotas sob forte escolta policial.

Passado quase um ano desse intenso esforço das Forças de Segurança Pública atuantes no município, dos 26 presos na OPERAÇÃO GEMINUS, 11 ainda continuam recolhidos a casas pisionais, 03 estão em “Prisão Domiciliar” e 12 continuam respondendo aos processos em liberdade. Alguns réus já foram condenados a penas de mais de vinte anos de reclusão e vários processos decorrentes das investigações ainda se encontram em fase de instrução podendo resultar em muitas outras condenações a pesadas penas de reclusão.

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