Usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso portal, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de Privacidade.

  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (9)
  • Design sem nome – 2024-02-06T170807.664
  • Design sem nome – 2024-02-29T112346.494
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (7)
  • cq-01
  • WhatsApp Image 2024-04-02 at 17.18.51
  • WhatsApp Image 2024-03-01 at 09.20.19
  • Design sem nome – 2024-02-29T143231.335
  • Design sem nome – 2024-02-06T154143.111
  • TEXEIRA GÁS ultragaz
  • UNIFIQUE CMQ – Banner 970x90px
  • globalway (1)
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (8)

Homem é preso por manter cinco trabalhadores em condições análogas à escravidão em Farroupilha

Entre os trabalhadores estavam dois adolescentes, de 15 e 17 anos, um uruguaio, de Rivera, e dois homens de Santana do Livramento


Por Kathrein Silva Publicado 14/02/2024
 Tempo de leitura estimado: 00:00
Design sem nome – 2024-02-14T090328.910
Foto: Polícia Federal/Divulgação

Um produtor de maçãs foi preso pela Polícia Federal (PF) por manter cinco trabalhadores em condições análogas à escravidão. O fato ocorreu nesta terça-feira (13), em Farroupilha na região da Serra do Rio Grande do Sul.

De acordo com a PF uma denúncia anônima motivou a ação. Entre os trabalhadores estavam dois adolescentes, de 15 e 17 anos. Há, ainda, um uruguaio, de Rivera, e dois homens de Santana do Livramento, cidade na Fronteira Oeste do estado.

Os cinco trabalhadores foram resgatados de um alojamento na propriedade rural onde eram mantidos trancados. Segundo a PF, no local havia banheiro e cozinha, sem as mínimas condições de higiene. Os cinco também enfrentavam carga excessiva de trabalho diariamente na colheita de maçãs, que chegava a 10 horas, sem acesso à água ou alimentação adequadas. Além disso, o salário era abaixo do prometido.

Dois dos cinco trabalhadores estavam na propriedade rural desde 31 de janeiro. Os demais, desde 4 de fevereiro. Após o resgate, todos foram encaminhados para um alojamento provisório. Eles devem receber os direitos trabalhistas, trâmite que vai ser mediado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

Todos os trabalhadores vão ser levados para suas cidades de origem. O transporte vai ser pago pelo empregador.

O empregador responde pelo crime de redução à condição análoga a de escravidão. A pena, em caso de condenação, pode chegar até 12 anos de prisão.


  • globalway (1)
  • Design sem nome – 2024-02-06T170807.664
  • WhatsApp Image 2024-03-01 at 09.20.19
  • Design sem nome – 2024-02-29T112346.494
  • TEXEIRA GÁS ultragaz
  • Design sem nome – 2024-02-06T154143.111
  • cq-01
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (8)
  • UNIFIQUE CMQ – Banner 970x90px
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (7)
  • WhatsApp Image 2024-04-02 at 17.18.51
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (9)
  • Design sem nome – 2024-02-29T143231.335