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Delegado Britto destaca ações de enfrentamento no mês de combate a violência contra mulher

Em entrevista, o coordenador da Deam Novo Hamburgo pontuou a importância dos canais de denúncia


Por Redação/Clic Camaquã Publicado 08/08/2023
 Tempo de leitura estimado: 00:00
Foto: Divulgação/ Deam Novo Hamburgo

Neste mês ocorre a campanha Agosto Lilás, em alusão a conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Para detalhar as ações voltadas ao enfrentamento contra a violência feminina, o Programa Bom Dia Camaquã recebeu nesta terça-feira (08), o Delegado Lucas de Moura Britto, coordenador da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam Novo Hamburgo).

Ao iniciar a entrevista, o Delegado Britto destacou que na última segunda-feira (07), a Lei Maria da Penha completou 17 anos. Desde então, é considerada um marco na defesa dos direitos humanos das mulheres no Brasil.

A Lei é inspirada na história de Maria da Penha Maia Fernandes, que ficou paraplégica após ser baleada pelo companheiro, em 1983 e somente em 2002, 19 anos após o crime, ele foi condenado e preso pelo crime.

A Lei 11.343/2006 entrou em vigor no dia 7 de agosto de 2006 e tornou crime a violência doméstica e familiar contra a mulher.

O Delegado destaca que a Deam intensificou as ações de combate neste mês, fortalecendo as operações de combate a violência doméstica e familiar:

“Nós já realizamos duas operações no início do mês de agosto, nós estamos a recém no dia 08, e ontem foram realizadas seis prisões por violência doméstica contra mulher. Estamos numa ofensiva muito forte no combate a violência doméstica”, afirma Moura.

Questionado sobre meios de denúncia em casos de violência:

“O Disque-180 central de atendimento a mulher, pode denunciar de forma anônima. Todos os meses apuramos as denúncias”, detalha o delegado.

Moura ressalta haver um avanço positivo na iniciativa de denúncias, em razão dos diversos canais de denúncias. Ele explica que além do Disque-180, há a Delegacia Online, uma opção em que a própria vítima pode registrar a situação de violência.

Como identificar a violência contra a mulher:

  • Ter medo do homem com quem se convive;
  • Ser agredida e humilhada;
  • Sentir insegurança na sua própria casa;
  • Ser obrigada a manter relações sexuais;
  • Ter seus objetos e documentos destruídos ou escondidos;
  • Ser intimidada com arma de fogo ou faca;
  • Ser forçada a “retirar queixa”.

Confira a entrevista na íntegra com o Delegado Lucas de Moura Britto.


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