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Artistas usam a moda para protestar nos tapetes vermelhos

Há anos, celebridades usam a grande visibilidade de premiações para oportunidade de se posicionarem politicamente usando o figurino


Por Kathrein Silva Publicado 25/05/2024
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Foto: reprodução

“O que você está vestindo esta noite?” é definitivamente a pergunta que mais fazem aos artistas em premiações de grande porte. Não apenas a grife do figurino importa, como também a mensagem que será transmitida. Na última segunda-feira, a artista Cate Blanchett atraiu todos os olhares no tapete vermelho da estreia do filme The Apprentice no Festival de Cannes, ao usar uma versão customizada de alta-costura de Jean Paul Gaultier, assinado por Haider Ackermann, com detalhe emblemático.

Apesar das costas do vestido serem rosa, a peça contém preto, branco e verde. E Cate constantemente levantava a cauda do vestido, mostrando o tom de verde no interior, que – juntamente com a cor vermelha do tapete – mostravam de forma velada os tons da bandeira da Palestina. Apesar da atriz não ter confirmado o feito como uma manifestação pró-Palestina, Blanchett já apontou seu posicionamento em outras ocasiões.

Cate tem sido uma defensora da causa palestina por um longo tempo. Durante um discurso proferido no parlamento europeu em 2023, a atriz australiana, também embaixadora da Boa Vontade da ACNUR, a agência da ONU para refugiados, afirmou que, mesmo não tendo nenhum parentesco, descendência ou ligação direta com o oriente médio, se afirmava como testemunha ao que está acontecendo. “Este conflito tem custado e continua a custar a vida de milhares de pessoas inocentes”, disse em conferência.

Cate Blanchett em Cannes — Foto: Getty Images
Cate Blanchett em Cannes — Foto: Getty Images

Contudo, Cate não é a única a usar o tapete vermelho para se posicionar. Outras celebridades também veem as premiações como uma grande oportunidade para protestar ou fincar um pensamento político. Veja outros exemplos:

Marcha das Mulheres em Cannes

Em 2019, Cate Blanchett também encabeçou um grupo no tapete vermelho, caminhando de braços dados com 82 mulheres – uma para cada filme dirigido por mulheres que competiu pelo principal prêmio do festival ao longo de seus 71 anos. Isso contrasta com os 1.645 filmes dirigidos por homens. Apenas uma mulher, Jane Campion, ganhou esse prêmio. Outras injustiças foram destacadas: 16 atrizes negras protestaram contra o racismo na indústria cinematográfica francesa e colaboraram no livro intitulado “Black is Not My Job”.

Artistas usam a moda para protestar nos tapetes vermelhos (Foto: Getty Images) — Foto: Vogue
Artistas usam a moda para protestar nos tapetes vermelhos (Foto: Getty Images) — Foto: Vogue

Oscar 2024 e o broche do movimento artists4ceasefire (artistas pelo cessar-fogo em Gaza)

No tapete vermelho do Oscar 2024, alguns artistas se posicionaram em relação ao conflito internacional entre Israel e Palestina. Milo Machado-Graner e Swann Arlaud (Anatomia de uma Queda) chegaram com um broche da bandeira da Palestina. Já Billie Eilish, Finneas O’Connell (Barbie) e Ramy Youssef (Pobres Criaturas) desfilaram com um broche do movimento artists4ceasefire (artistas pelo cessar-fogo em Gaza). O adereço vermelho exibe uma mão com um coração no centro.

Billie Eilish e Finneas O'Connell — Foto: Getty Images
Billie Eilish e Finneas O’Connell — Foto: Getty Images

AOC no MET Gala 2021

Em 2021, Alexandria Ocasio-Cortez (também conhecida por suas iniciais AOC), congressista na Câmara dos Representantes por Nova Iorque, ganhou as manchetes no evento do MET Gala daquele ano por usar um vestido branco com as palavras “Tax The Rich” (taxe os ricos) rabiscadas nas costas. A peça era da marca Brother Vellies, pela designer e ativista negra Aurora James.

Alexandria Ocasio-Cortez — Foto: Reprodução/Instagram
Alexandria Ocasio-Cortez — Foto: Reprodução/Instagram

Natalie Portman no Oscar de 2020

No Oscar de 2020, Natalie Portman exibiu um visual elegante da Dior, complementado por uma capa preta adornada com os nomes de diversas mulheres que mereciam, mas não foram indicadas ao prêmio de Melhor Direção naquele ano: Scafaria, Wang, Gerwig, Diop, Heller, Matsoukas, Har’el e Sciamma. Essa escolha da atriz foi um protesto sutil, porém significativo, destacando a falta de diversidade e oportunidades para mulheres na indústria cinematográfica.

Natalie Portman no Oscar de 2020 — Foto: Getty Images
Natalie Portman no Oscar de 2020 — Foto: Getty Images

Oscar de 1992 e o laço vermelho contra a AIDS

Em meio a joias e roupas grifadas, Paul Newman e Elizabeth Taylor chamaram atenção no Oscar de 1992 por usarem um laço vermelho, símbolo da solidariedade em torno da resposta ao HIV e à AIDS, em suas roupas. Já em 2017, o dramaturgo e roteirista Tarell Alvin McCraney – um dos grandes premiados daquela noite com o filme Moonlight: Sob a Luz do Luar – usou o mesmo laço vermelho, pertencente à coleção pessoal da atriz e ativista Elizabeth.

Paul Newman e Elizabeth Taylor no Oscar de 1992 — Foto: Getty Images
Paul Newman e Elizabeth Taylor no Oscar de 1992 — Foto: Getty Images

Esta publicação contém informações de Vogue.


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