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Ex-Ceo da Americanas é preso em Madri

Prisão realizada pela Interpol foi confirmada pela Polícia Federal


Por Pablo Bierhals Publicado 28/06/2024
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Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Na manhã desta sexta-feira (28), a Polícia Federal confirmou a prisão do principal investigado da Operação Disclosure, desencadeada ontem (27). O ex-CEO da Americanas S.A., cujo nome não foi divulgado, foi detido em Madri, capital da Espanha. A prisão, efetuada pela Interpol, é fruto de uma cooperação internacional iniciada pelo Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal no Rio de Janeiro (NCI/Interpol/RJ) após a inclusão do nome do suspeito na lista de Difusão Vermelha (Red Notice).

Enquanto isso, uma ex-diretora da empresa, que se encontra no exterior, permanece foragida. Ambos são acusados de envolvimento em fraudes contábeis que totalizam R$ 25,3 bilhões, de acordo com a Polícia Federal.

Mandados de Busca e Apreensão Cumpridos

Na quinta-feira (27), além dos mandados de prisão preventiva, a Polícia Federal executou 15 mandados de busca e apreensão e o sequestro de bens e valores autorizados pela Justiça, que somam mais de R$ 500 milhões. As ações fazem parte das investigações, que contaram com a colaboração da atual diretoria do grupo Americanas, bem como do Ministério Público Federal (MPF) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Fraudes Contábeis e Operações Irregulares

Segundo a Polícia Federal, os envolvidos na operação praticaram fraudes contábeis relacionadas a operações de risco sacado, onde a varejista antecipava o pagamento a fornecedores por meio de empréstimos junto aos bancos. “Também foram identificadas fraudes envolvendo contratos de verba de propaganda cooperada (VPC), que geralmente são utilizados no setor, mas no presente caso, VPCs inexistentes eram contabilizadas”, informou a PF em nota oficial.

Declaração da Americanas S.A.

Em nota, o grupo Americanas reiterou sua confiança nas autoridades responsáveis pelas investigações e destacou que foi vítima de fraudes cometidas pela antiga diretoria. “A Americanas acredita na Justiça e aguarda a conclusão das investigações para responsabilizar judicialmente todos os envolvidos”, afirmou a empresa, ressaltando que os ex-diretores manipularam intencionalmente os controles internos existentes.


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