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Um justo bairrismo


Por Redação Clic Camaquã Publicado 24/06/2016
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A notícia corrente (ZH do dia 22, página 10) dá conta que pode ter havido financiamento da campanha para Presidente do falecido Eduardo Campos, de Pernambuco, através de verbas originárias de corrupção com erário público. Mais precisamente verbas do Ministério da Integração Nacional que já estão sendo objeto de inquéritos que tramitam no STF, investigando o ex Ministro Fernando Bezerra Coelho.

Apenas não votei em Campos na última eleição, era o candidato do PSB, porquanto ele morreu, em acidente de avião, antes do pleito. Culminei em votar em Marina do 1º turno e em Aécio no 2º. Sim, porquanto DILMA ou qualquer um do PT, jamais. Infelizmente a corrupção que formou o caixa 2 da campanha da última, garantiu a re-eleição dela. Azar do povo brasileiro.

Desta forma e havendo fumaça até na campanha de Eduardo Campos, embora sendo meras ilações, vêm à tona os nomes de políticos nordestinos, incluindo Pernambuco que estão citados na investigação, incluindo os donos do avião que caiu e culminou com a morte do candidato. Aí tem dois Senadores, Deputados e ex-ministro na chamada “Operação Turbulência” que encontrou, inclusive, empresas fantasmas, com sede em pequenos barracos de bairros populosos de cidadezinhas interioranas nordestinas.

Não quero ser bairrista, para achar que apenas no Rio Grande do Sul existem políticos sérios. Em verdade, de Santa Catarina, Paraná e São Paulo também não existem tantos nomes assim envolvidos.

Também não quero dividir o País em sul e norte. Ou sul e nordeste. Mas exatamente de lá é que nos chegam inúmeros nomes nessa “Operação Turbulência” que anda às voltas com a corrupção que teria base nas obras de transposição do rio São Francisco. Aliás, agora lembro que, nessa época em que a transposição era assunto, quem muito gostava de falar sobre ela, nas suas enfadonhas manifestações públicas, cheias de agressões ao Lácio, era o famigerado ex Presidente Lula. Que todos sabem: tem filhos tão despreparados como ele, mas que hoje detêm fortunas fabulosas. Um deles até a maior extensão de terras particulares do Brasil.

E pulando do pau para o galho começa, outra vez, a surgem nomes e mais nomes de políticos nordestinos envolvidos nesse fato que resultou nas prisões preventivas do dia 21. Como se já não bastassem os Calheiros, Jucás, Barbalhos e Cunhas, grupelho vinculado ao PMDB, estão nessa operação que agora desponta na imprensa: “Operação Turbulência”. Ainda bem que nascemos e vivemos no Rio Grande do Sul, não é verdade?


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