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O último comunista


Por Redação Clic Camaquã Publicado 04/12/2016
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Nunca fui um admirador de FIDEL CASTRO. Salvo no início de sua ascensão política, quando derrubou o então ditador Fulgêncio Batista, na década de 50. Seu movimento revolucionário teve auge a partir de 1958 e culminou com a derrubada de Batista no ano seguinte.

Desde então governou CUBA. No início mais brando, prometendo a valorização do povo cubano e com idéias socialistas que, com o tempo rumaram para um comunismo forte. Cerceando direitos do povo. A promessa era a garantida de educação, saúde e bem estar social.

O último sempre foi comprimido. Incluindo rigorosa fiscalização pelos comissários de bairros das atividades populares. Perseguiu opositores e os encarcerou. Os vinculados ao governo deposto foram todos fuzilados. A segunda promessa, saúde, esmoreceu com o tempo face à falta de recursos técnicos para as instituições públicas e, até mesmo, para dar apoio à formação técnica de profissionais. Restou fortalecida a educação. Assim mesmo com professores orientados para impor o marxismo, sem liberdades.

Desta forma FIDEL e seu governo tornaram CUBA o país mais comunista das Américas. Em 1962, buscando auxílio da Rússia, que então liderava o comunismo no Mundo com a URSS, obteve a ajuda de Nikita Khrushchev. Em contra partida este exigiu colocação de mísseis nucleares na ilha. Causando medo aos Estados Unidos e criando grande crise internacional que agravou a “guerra fria”. De um lado o capitalismo liderado pelos EEUU e de outro a Rússia e suas repúblicas socialistas.

John Kennedy se insurgiu contra os mísseis na ilha e patrocinou a famosa e mal sucedida invasão da ilha por cubanos opositores ao regime, que sofreram enorme derrota. A crise internacional estava consolidada. E durou longos 54 anos. Fidel era visto como o símbolo do mal. Em verdade era um teimoso em manter um regime fechado e duro, às portas de Miami.

Fidel era mais teimoso do que insensato. Nunca teve idéia de causar um conflito internacional. Ou com os EEUU. Senão nas idéias. Aproveitava as Assembléias da ONU para ir à Nova Iorque e desafiar o capitalismo.

Poderia ter se projetado mais se tivesse patrocinado a abertura democrática. Mas, pouco fez nesse sentido. Como quando deixou de perseguir a religiosidade de seus concidadãos e permitiu a realização aberta de cultos nas Igrejas. Especialmente a Católica, que predomina entre os cubanos. Recebeu a visita de três Papas e visitou um no Vaticano. Com a intervenção do atual, Papa Francisco, culminou em receber a visita de Barak Obama e reiniciar um processo de aproximação dos dois países.

Sem dúvidas FIDEL foi o último grande comunista sério. Diferente do aloucado Kim Jong-un da Coréia do Norte que quer criar um incidente nuclear. Ou do fanfarrão já falecido Hugo Chaves, e seu substituto o desequilibrado Maduro. Ou do inconseqüente Evo Morales.

Também diferente dos comunistas aproveitadores e ladrões da república petista brasileira como José Dirceu, José Genoino, João Paulo e Vaccari Neto, todos presos por corrupção.

Fidel, falecido no último dia 25, aos 90 anos de idade era o último comunista sério. Diferente de outros de alhures, também já falecidos, como Enver Hoxha, Josef Stalin, Marechal Tito e Leonid Brejnev.

Provavelmente, cessada a teimosia do “comandante” como era tratado por seu povo, CUBA vai partir para a abertura em direção à democracia plena.


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