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Insegurança prisional


Por Redação Clic Camaquã Publicado 12/01/2017
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Complexo, insuficiente, praticamente falido, ao que se soma a incompetência pública brasileira na segurança à nação, nosso sistema prisional resulta em um estopim acesso e correndo em direção ao barril de pólvora para explodir em seguida.

O que aconteceu em Manaus, no Amazonas e Boa Vista em Roraima é resultado da constatação acima. Não precisa ser simplista como na China que, por qualquer razão de perigo para a população com tráfico de drogas fuzila os delinqüentes em praça pública. Nem tão desmontado como no Brasil, que não consegue, sequer, bloquear uso de celulares por apenados.

Precisa-se competência. Comonos Estados Unidos, onde apenados trabalham para sustentar o custo de sua prisão que, na sua maioria tem administração privada. Ou como no Canadá, que os detentos ficam em navios afastados milhares de quilômetros da costa. Tudo com controle automático para abrir e fechar celas. Estas de material suficientemente forte para não serem rebentadas.

Nosso Governo Federal construiu alguns presídios de alta segurança. São poucos. Não atendem às necessidades atuais. Fatos como os que aconteceram em Manaus e Boa Vista, desmoralizam nossa área de segurança pública. E eventuais presos comportados culminam em virar vítima dos bandidos líderes de facções. Estes de mau comportamento.

Os presídios americanos ou são privados ou administrados por empresas privadas. Embora o último sistema não tenha funcionado em Manaus. Desta forma os apenados trabalham para pagar o preço de sua custódia pelo Estado. No Brasil não. Até existem alguns com benefícios da previdência social. Nos EEUU não interessa se tinha emprego ou não ao ser preso. Vai trabalhar para o sustento de seu custo à sociedade.

No Amazonas o custo mensal de um prisioneiro foi citado na ordem de quatro mil reais. Pois aqui, no Rio Grande do Sul, em razão do frio e inverso rigoroso é de cinco mil reais. Desta 

forma, o sistema norte americano, e em grande parte da Europa, é o de fazer com que o prisioneiro trabalhe e produza o suficiente para cobrir seu custo ao País.

É o sistema correto de re-educação para retorno à vida em sociedade. Nada obstante existem delinqüentes que não têm cura. E que, ao sair depois de cumprir a pena, ou por benefícios de trabalho, retornam ao crime. Mas uma parte pode, sem dúvidas, ser recuperada. Preso que trabalha interno não tem tempo para pensar em motim. Sim os que ficam livres, soltos, caminhando nos pátios. Ou acumulados em celas. Individualizadas estas, mesmo com poucos agentes, o cuidado será mais eficiente e barato.


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