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Em defesa da Câmara de Vereadores


Por Redação Clic Camaquã Publicado 07/06/2022
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Nelson Egon Geiger
Nelson Egon Geiger

“Divulgar notícias é coisa antiga. Viajantes narravam o acontecido em locais distantes. A Acta Diurna de Roma, meio século antes de Cristo iniciou a informação ao povo. Na idade contemporânea o telégrafo a expandiu; jornais e rádio a consagraram”.

Interregno na série da História Não Contada do Banco do Brasil. Para falar sobre jornalismo e política. Aquele foi uma profissão que, caso não tivesse cursado direito era uma possível opção. Sou do tempo do rádio como meio de comunicação falada. Do antigo “Repórter ESSO”, que se expandiu a partir da “guerra da Coréia” (1951/53). E do jornal impresso.

Política, por que os antigos gregos tinham razão quando, muito antes de Jesus Cristo já falavam em democracia e em política. Para eles o homem era um “zoom político”; e o governo (“kracia”) do povo (“demos”).

Exemplo de jornalismo sério e objetivo, buscador de notícias, as mais escondidas nos retrataram os dois repórteres do jornal “Washington Post” (Carl Bernstein e Bob Woodward) que pesquisaram, pinçaram informações e denunciaram o que ocorrera no edifício “Water Gate” culminando com o “impeachment” do Presidente Ricard Nixon, em 1974.

Esse o jornalismo sério, de escol, de gabarito. Não as fantasiosas e insuportáveis manias atuais que, através de todos os meios de divulgação destroem a seriedade, necessidade e importância das comunicações através da imprensa. Basta se ver tendenciosas maldades das grandes empresas jornalísticas do País contra o Governo atual, disfarçadamente favorecendo e esquecendo as corrupções de administração passada.

Isso não é imprensa séria. Pois seu objetivo, como ensinado nas faculdades de jornalismo é correção, honestidade informativa e divulgações pautadas pela ética; não ser tendenciosa.

Outro dia ouvi um comentário absurdo, estapafúrdio, grotesco em relação à nossa Câmara de Vereadores. E nem falo no assassinato ao vernáculo. Palavreado “chulo” inconsistente com a linguagem que deveria ser condizente com o órgão público, representativo da população. Afinal os edis são autoridades legislativas e representativas do povo que os escolhe e devem ser tratados dentro da elegância e com respeito. Ainda que se apontem erros por atuação ou omissão.

Afinal, os legisladores fiscalizam o Executivo cuidando dos interesses dos munícipes nos seus limites legais. Chamá-los: “esses caras” ou “o que eles têm na cabeça”, desrespeita a função; agride o linguajar; fere os ouvidos; ofende a educação e a cultura.

A deselegância na referência aos ocupantes desses cargos não deve ser utilizada pela imprensa sadia, pena de contradizer seu objetivo profissional. A crítica na utilização de verbas públicas é admissível. Por isso existem os Tribunais de Contas, que fazem minuciosos exames e cujas decisões podem apontar erros e exigir correções. Agressões sem base técnica ferem a correta arte de informar.

Fui integrante da nossa Câmara de Vereadores. Em certa época oposição ao Governo Executivo; noutra seu parceiro. Assim ocupei as duas situações. Aprecei a forma correta como o órgão Legislativo atuava antes da LC 101, de 04.05.2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). Depois, como advogado das Câmaras de Cristal, Arambaré e Chuvisca. Conheço o rígido sistema contábil que norteia as atividades e as despesas legislativas.

Nossa Câmara tem 6% do orçamento municipal (R$ 10.830.000,00). Nos primeiros 04 meses deste ano gastou R$ 2.100.062,23; ou seja, menos de 2% do valor. Em 2021 utilizou 60% de sua verba total; devolveu os outros 40% para o erário Municipal. Neste ano, a simples criação de um FG que não ultrapassará no orçamento anual R$ 22.000,00 e no ano em curso R$ 11.500,00 foi o suficiente para uma agressão midiática.

Não preciso defender a Câmara local. Seus integrantes sabem o que fazer. Pode-se discordar de posições, de idéias, de manifestação de algum Vereador. Eu, inclusive, não concordo com algumas. Mas, parafraseando “Voltaire” defenderei até a morte o direito de seus autores.

A transparência da Câmara está ali; disponível. Seu atual Presidente, Ver. Vinicius Araújo, particular amigo e correligionário tem competência suficiente para defender a Casa. Mas, não posso calar perante grotescas e simplórias críticas sem base técnica. Motivo deste artigo.


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