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Do triplex ao sítio


Por Redação Clic Camaquã Publicado 05/08/2017
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Bons tempos aqueles em que se tinham Presidentes do País marcados pelo timbre da honestidade. Getúlio suicidou-se envergonhado pelo ato de um subalterno, na verdade seu segurança pessoal, Gregório Fortunato, em razão do mesmo ter, por conta dele, atirado num opositor, Carlos Lacerda. E matado um Oficial da Aeronáutica, que estava no local: Rua Tumeleiro. Juscelino, mesmo tendo construído Brasília e sido criticado, morreu sem que houvesse qualquer acusação formal de ter enriquecido no Poder. João Goulart foi deposto, mas sem censuras quanto à honestidade.

Os Presidentes do Ciclo Militar, todos deixaram o Poder sem ter adquirido bens palpáveis além dos que já tinham antes. Fernando Henrique tinha uma propriedade rural de 60 hectares, e não a aumentou. Já Collor de Mello, Lula, Dilma, e agora Temer, deixam marcas registradas de atuações suspeitas. Para não se dizer, desonestas.                 

Lula deixou o Poder, mas os filhos, até ex-cunhado, além de amigos pessoais ficaram com fortunas fabulosas. Dilma está sob investigação de contas no exterior. Temer tem denúncia que o Procurador da República apresentou e que, por estes dias, está sendo apreciada pela Câmara dos Deputados. Isso aponta para suspeitas que de há algo de podre.

Bem, pelo menos do chefe maior da quadrilha que, a partir de 2003 assaltou os cofres públicos, LULA, já foi condenado pela disfarçada aquisição, via propina, de um triplex em Guarujá, São Paulo. Espera-se que a pena aplicada pelo Juiz Sérgio Moro, de nove anos e meio, seja exacerbada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.    

O mesmo Juiz aceitou, agora, a denúncia do Ministério Público, por corrupção e lavagem de dinheiro, em razão da aquisição de um sítio em Atibaia, no mesmo Estado. O sítio que já foi objeto de muitas notícias, e que descaradamente LULA nega seja seu, tem sérios indícios processuais de que a ele pertence. E foi adquirido como pagamento de benefícios concedidos às empresas. Em resumo: propina. Além do famigerado ex presidente estão denunciados: seu amigo José Carlos Bumlai, que teria realizado reformas no sítio; Fernando Bittar em cujo nome ainda está o registro da propriedadeOdebrecht, Emyljio, entre outros. Incluindo executivos da OAS (ZH, dia 02, pág. 11)..

Os desmentidos de LULA esbarram até em uma minuta de escritura para transferência do bem ao seu nome. Enquanto isso o Presidente atual, Michel Temer enfrenta solicitação de licença para ser processado, em razão de uma mala com 500 mil reais. Se a licença vai ser concedida ou não, até a lavratura deste artigo não se sabe. Todavia, fico com o velho ditado popular, referentemente à acusação: “onde há fumaça; há fogo”.

 


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