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A Plataforma P-53


Por Redação Clic Camaquã Publicado 07/08/2016
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É de fácil lembrança quando foi inaugurada a Plataforma 53, no Porto de Rio Grande. Conhecida como P-53, plataforma marítima de exploração de petróleo. Na época o então anunciante, com sua conhecida voz rouca, parecendo em constante ressaca que, algumas vezes eram reais, cheio de pretensões porquanto se considerava o grande promotor do desenvolvimento nacional, fez um grande alarde.

Dizia que era o desenvolvimento chegando ao sul. A grande arrancada do progresso. Milhares de empregos. Mas evidente que sobre o que funcionava por dentro do esquema efetuado a duas mãos: governo e iniciativa privada, ali não aparecia. Apenas aparecia o consórcio gigante montado pelo governo com empresas de enorme porte. Mais precisamente as construtoras Queiroz Galvão, UTC e IESA.

No fundo era outro gigantesco esquema que, através de licitações viciadas e superfaturadas, que se destinava abastecer os cofres do PT. Em verdade e, como suporte dos ajustes, também de outros partidos, incluindo PP, PMDB e como, depois apurado, alguns partidos nanicos.

Em verdade todas as grandes obras que o desgoverno do PT liderado por LULA, depois DILMA e como grande mentor JOSÉ DIRCEU tinham um objetivo: movimentar bilhões de reais e com isso permitir fossem desviados grandes recursos parciais, para garantir apoio financeiro ao PT e a corja de seus aliados para permanecer no poder por muito tempo. Em resumo: não era cuidar do Poder para beneficiar o povo. Sim, ter o PODER PELO PODER. Estilo dos canalhas que comandam repúblicas de bananas, como a Venezuela de Chaves e Maduro e a Bolívia de Morales. Porquanto CUBA agora abandonou esse método.

Pois a P-53 foi mais uma das obras públicas que engrossou os cofres partidários que foram comandados pelos tesoureiros nacionais do PT, Delúbio Soares, Vaccari Netto e Paulo Ferreira, hoje todos presos, como seu mentor José Dirceu. Como presos dirigentes das grandes empreiteiras. Entre as quais administradores da Construtora Queiroz Galvão. Dos quais, como da Construtora Odbrech, espera-se apontem quem era o verdadeiro chefe da quadrilha pública que, junto com os insaciáveis empreiteiros, permitiram sangrar as finanças do Brasil.

Mais detalhes sobre a Plataforma P-53 e as investigações que estão apontando as falcatruas com o dinheiro da Petrobrás, está estampado na ZH do dia 03, páginas 06/07 e 13. Portanto, não sou eu quem diz. Sim a imprensa que informa. 


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