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A HISTÓRIA NÃO CONTADA DO BB DE CAMAQUÃ (XIV) – A Sexagenária AABB –


Por Redação Clic Camaquã Publicado 15/12/2021
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“A área funcional era preocupação do Banco. Embora com rigidez nas regras, cuidando até da vestimenta, procurava garantir lazer aos funcionários em cidades pequenas. Por isso incentivava a instalação das Associações. Assim a AABB local foi fundada em 1961”.

A Associação local foi fundada em 24 de outubro de 1961, nos fundos da agência, localizada onde hoje está a farmácia Panvel do centro. Após o expediente daquele dia, reunidos na parte dos fundos, local do almoxarifado, arquivo e prensa para imprimir o diário financeiro. 

Escrita a ATA foi formalizada a constituição da associação e eleito seu 1º Presidente: Álvaro da Silva Maio. Em seguida ao registro cartorial remetido para a Direção Geral do Banco este mandou auxílio financeiro para compra de um refrigerador, um fogão e um armário para biblioteca, além de vários livros.

Estava constituída a hoje sexagenária AABB, que funcionou alguns meses naquele local. Os funcionários, na época eram somente homens podiam participar dos concursos públicos para ingresso no Banco. Em seguida foi alugado o andar superior do prédio na Av. Olavo Morais onde se situava a Lojas Pernambucanas. 

Nesse local funcionou até se transferir para o prédio próprio atual, com ginásio coberto já no início dos anos 70. Na época o Bairro Olaria era simplesmente parque das “olarias”: fabricação de telhas e tijolos. Na verdade quase um campo. A Av. Antônio Duro e as diversas ruas que ali existem, no sentido transversal como a Antônio José Centeno, terminavam na Rua Bento Gonçalves. 

Essa mesma era incipiente, sem calçamento, quase uma estrada que vinha do antigo Colégio das Irmãs e desembocava no trevo da hoje Av. José Loureiro da Silva, que fora calçada entre 1967 e 1968, pelo então Prefeito Amarílio Borges Moreira. Obra consolidada no 1º Governo de José Cândido de Godoy Netto (1969/72). Já nesse ano, então sob Governo de Paulo Belchior da Costa, sofreu uma enchente que chegou a retirar paralelepípedos do lugar.

Bem voltando à sede nos altos das Lojas Pernambucanas quero rememorar a história que entrosou a AABB com grandes empresários locais.

O gerente do Banco era Carlos Alberto da Luz e Silva que tinha salutar entrosamento como o empresariado camaqüense. Faziam reuniões aos finais de tarde; almoços de confraternização aos sábados. Utilizavam o Restaurante Arca, na Av. Pres. Vargas, 554; hoje uma clínica médica.

Como o estabelecimento era aberto o gerente teve a idéia de utilizar a AABB que tinha uma boa copa, uma salão grande, mesas, cadeiras, cozinha, e o refrigerador e fogão recebidos do Banco; além da biblioteca já bastante volumosa. Enfim o lugar ideal; fechado. Nessa época (1964/65) eu era o Presidente. Pediu-me para utilizar o local nos sábados pela manhã. Como não existia ecônomo as chaves ficavam comigo. Emprestei. 

Ali passaram os grandes empresários da época, tradicionais clientes do Banco a se reunirem aos sábados pela manhã e almoçar, conversarem e, até mesmo, sempre fazendo um ao novo Governo que se instalara no País, a partir de 31 de março de 1964. Não raras vezes com eloqüentes discursos saudando nossas autoridades constituídas sob auspícios do Movimento Militar. 

Além do subgerente, João Albino Madruga Rodrigues, também tiveram a gentileza de me convidar, sob argumento de que se eu detinha a responsabilidade pelo uso da Associação era bem vindo entre eles. Em verdade eu era um jovem e singelo funcionário do Banco que teve a honra de conviver, nesse tempo, com os saudosos, eficientes e desbravadores empresários de Camaquã. Ainda uma pequena cidade.

EDIÇÃO de 14 de dezembro de 2021.__.


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