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Autora camaquense lança livro retratando as famílias Isquierdo e Danelon


Por Redação Clic Camaquã Publicado 17/10/2022
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Autora camaquense lança livro retratando as famílias Isquierdo e Danelon
Autora camaquense lança livro retratando as famílias Isquierdo e Danelon

O Salão Amarelo do Clube Camaquense recebeu no último domingo, 16, um evento inusitado – o lançamento do livro“E agóia? Memórias e histórias da vovó Diní”, da autora Zeni Isquierdo Danelon. O encontro cultural reuniu para um almoço parentes e amigos ligados às famílias Isquierdo e Danelon, que são retratadas na obra pela autora camaquense.

O evento literário contemplou todos os presentes com um exemplar do livro, e contou com pronunciamentos doirmão de Zeni, Jaime Lopes Isquierdo, que falou em nome dos convidados; Claudiane Novinski, da equipe da Danelon Imóveis; e a jornalista residente em Brasília, Mariângela Botelho Franco, responsável pelo prefácio da obra.

Em um breve mas emocionado relato, Zeni agradeceu aos presentes, ao esposo Odino Miolli Danelon, aos colaboradores na edição e lançamento do livro, e ressaltou a presença dos cinco irmãos vivos: Jeni, Hélio, Jaime, Neli e Joacir (foto), remanescentes de um prole de 16 filhos do casal Leovegildo e Catharina.

Em seu pronunciamento ela destacou: “É do conhecimento de todos que eu venho de uma grande família, tanto em número quanto em valores próprios. Então, eu me vali das lembranças do Hélio, da Neíta e do Jaime para recuperar um pouco da história da nossa família. A família do vovô Dino também é imensa, e eu estou muito feliz por poder contar a sua trajetória neste livro, graças aos dados coletados pela Gabriele, neta do Belmiro. Já a família que eu e o vovô Dino construímos é pequena no tamanho, mas grandiosa em princípios. Nossas filhas e genros seguem uma linha de retidão que muito nos orgulha. A Helena, nosso presente da maturidade, é a renovação da família e a garantia da nossa continuidade, e foi pensando nela que eu escrevi essas memórias”, concluiu.

O livro de memórias

A obra “E agóia? Memórias e histórias da vovó Diní”, de Zeni Isquierdo Danelon, remonta ao início do século XX, depois de passar por Espanha e Itália, de onde as famílias Isquierdo e Danelon têm suas origens ancestrais. Os recuerdos passam por São Jerônimo, Tapes, Cerro Grande do Sul e Camaquã – nas localidades de Bonito, Chácara Velha e Monte Alegre, recantos onde nascem os dezesseis filhos do casal Leovegildo e Catharina, sendo a autora Zeni Isquierdo Danelon – a vovó Diní, a caçula da prole. Esta história se entrelaça com os dez filhos do casal Augusto e Maria, entre esses Odino Miolli Danelon – vovô Dino, marido da autora.

Esse percurso escrito em primeira pessoa, eternizado nas páginas da presente obra, passa pelo enlace de Zeni Isquierdo Danelon e Odino Miolli Danelon, em 1974, e prossegue com o nascimento das filhas Betânia e Raquel. Rememorando passagens de gerações anteriores, vovó Diní intui que a neta HELENA, filha de Raquel Danelon e de Mário Cesar Morais Rosales, deve ser a portadora e protagonista dessa história familiar. E assim nasce o livro “E agóia? Memórias e histórias da vovó Diní”.

A autora Zeni Isquierdo Danelon 

A vovó Diní nasceu em Camaquã, na localidade de Monte Alegre, em 23 de fevereiro de 1952, portanto, conta com 70 anos bem vividos. Ela foi alfabetizada e fez a primeira comunhão na Escola Municipal Rui Barbosa, distrito da Chácara Velha. Estudou no Colégio Sete de Setembro, Escola Manoel da Silva Pacheco, Escola Normal das Irmãs Bernardinas e Ginásio Estadual Sete de Setembro. Em janeiro de 1972, foi aprovada no primeiro Vestibular Unificado da UFRGS e, em maio daquele mesmo ano, prestou concurso e ingressou na Caixa Econômica Federal, onde permaneceu até a sua aposentadoria, em 1997.

Na área literária, integrou várias coletâneas e antologias e, em 2000, participou como revisora e organizadora da obra “Viver, uma aventura maravilhosa apesar dos pesares”, uma produção independente de Cléia Judith Rosales Bilhalva. No ano seguinte, foi revisora da obra poética “Singelezas, versos de uma vida inteira”, de Helena Beatriz de Campos Corleta – Autora do Hino de Camaquã e Patrona de Honra da CAPOCAM. E em 2007, da mesma escritora, atuou como revisora, organizadora e responsável pela pesquisa histórica da obra “Meu avô Zeca Netto”. Esse percurso cultural desemboca no lançamento solo de “E agóia? Memórias e histórias da vovó Diní”.

Clic Sabedoria: “A linguagem é como uma faca que rasga o véu da imaginação” (Annie Ernaux – Prêmio Nobel de Literatura 2022).


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