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Ciclones extratropicais devem atingir este mês o RS, prevê meteorologia


Por Eduardo Costa Publicado 14/07/2023
 Tempo de leitura estimado: 00:00
Foto: Bruno Bonilha/Clic Camaquã

O ciclone extratropical, formado na tarde de quarta-feira (12), é o terceiro que afeta o Rio Grande do Sul em menos de 30 dias. O número e a frequência podem estar associados ao El Niño, em atuação neste ano, e às mudanças climáticas. É difícil prever com exatidão, mas outros dois ciclones extratropicais podem se formar até o final do mês. A boa notícia é que as chances de impacto são quase nulas. A informação é de GZH.

Um ciclone extratropical é uma área de baixa pressão atmosférica, na qual os ventos giram num círculo completo, que se origina a partir de grandes contrastes de temperatura. Esses sistemas meteorológicos são comuns na costa do sul e do sudeste do Brasil e podem se formar em qualquer época do ano, mas são mais frequentes nos meses de outono e inverno.

Há possibilidade de formação de áreas de baixa pressão atmosférica entre os dias 19 e 20 de julho e, também, no dia 26 deste mês. Esses sistemas podem vir a ser outros episódios de ciclones extratropicais.

No último mês, o Estado sofreu efeitos de um ciclone entre os dias 15 e 16 de junho, que deixou mortes e desaparecidos e causou alagamentos em algumas regiões; um pequeno ciclone no segundo final de semana de julho, com poucos impactos; e o ciclone desta quarta-feira, que provocou fortes ventanias em todo o Estado e, até então, deixou um morto.

Possíveis causas
Além do aumento da frequência de frentes frias, característico do inverno gaúcho, é possível relacionar a incidência e a intensidade do fenômeno com mudanças climáticas e, talvez, com o fenômeno El Niño. O primeiro fator, por exemplo, pode influenciar no aumento das temperaturas, condição necessária para formação de um ciclone extratropical nesta época do ano.

No ano passado, o fenômeno em atuação era o La Niña, que tem como característica o resfriamento das águas do Oceano Pacífico, ao contrário do El Niño.

Os meteorologistas defendem, porém, que ainda é cedo para afirmar que existe relação direta entre o El Niño e os ciclones extratropicais que vêm acontecendo. Ainda, a previsão é de que áreas de baixa pressão atmosférica continuem sendo formadas em agosto, podendo formar ciclones, mas com baixas chances de impacto direto no Rio Grande do Sul.


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