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Piloto de avião relata novas ‘luzes não identificadas’ durante voo em Porto Alegre

Caso aconteceu na noite de sábado (5); câmeras captaram luzes com movimentos aleatórios sobrevoando a Capital


Por Redação Clic Camaquã Publicado 07/11/2022
 Tempo de leitura estimado: 00:00
Foto: Canal Câmera Pôr do Sol Guaíba/Divulgação

Tripulações de duas aeronaves relataram ter visto luzes desconhecidas no céu de Porto Alegre no final da noite do último sábado. Nas redes sociais, foi divulgado um áudio gravado entre os pilotos dos aviões dos voos TAM 3406, que decolou do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos/SP, com destino ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, na capital gaúcha, e Azul 4657, originário do Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte, e que se dirigiu até Porto Alegre. Ambos conversam com uma controladora do tráfego aéreo.

“Elas acendem e apagam há mais de meia hora”, disse um dos pilotos, conforme registrado em um perfil que observa a comunicação do aeroporto. A controladora, então, afirma em determinado momento que as mesmas não interferiram na aproximação das aeronaves. O piloto da Azul também relata que vê “desde Confins três luzes girando em espiral entre elas bem forte”. Ele ainda relatou que as viu quando estava a 38 mil pés de altitude, e que elas estavam “bem mais altas e na proa”, ou seja, à frente.

Na noite anterior, o mesmo relato de luzes no sentido à Lagoa dos Patos foi feito pelo piloto e copiloto de um voo da Azul que saiu do Rio de Janeiro com destino a Porto Alegre, de acordo com relatos dos passageiros. A reportagem contatou a Fraport, empresa responsável pela administração do Salgado Filho, e aguarda resposta. O professor Carlos Jung, proprietário do Observatório Espacial Heller & Jung, de Taquara, do Vale do Paranhana, afirma não ter registrado nada do gênero nas datas relatadas, ao contrário do último dia 3, quando luzes foram vistas entre as nuvens. “São do tipo que atribuo como reflexão de luz, pode ser de um objeto ou holofote”, afirma ele.

Ou seja, são objetos em terra, apontados de alguma forma para cima, que refletem em conjuntos de nuvens acima e abaixo, até atingirem um ponto fixo. “O ideal seria os pilotos verem estas imagens que mostram a reflexão para verificar se foi este tipo, de fato”, comentou ele. Não é a primeira vez em poucos dias que relatos do gênero são registrados na Capital. No último dia 22 de outubro, às 22h30min, os pilotos do voo Azul 4517, que vinha de São Paulo para Porto Alegre, registraram algo estranho.

“É como se fosse um farol de uma aeronave dando um 360”, explicou o piloto à torre de controle do Salgado Filho. Na ocasião, o vídeo do monitoramento do aeroporto mostra que, em oito momentos, há citações a um suposto objeto voador não identificado (OVNI). O ufólogo Ademar Gevaerd, que há quase 40 anos fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), afirma que o caso é corriqueiro. “Acontecem pelo menos uma vez por semana aqui no Brasil”, explicou. 

Gevaerd diz que é procurado por tripulantes, principalmente pilotos, de aviões, que relatam ver objetos voadores que não conseguem identificar durante voos. Segundo ele, isso ocorre bastante em aeronaves com destino ao Nordeste e ao Sul do Brasil.  “Há regiões do Brasil onde foram apelidadas capitais brasileiras do disco voador, porque ali as pessoas têm uma propensão a relatar avistamentos”, conta.


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