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Amarelinha: camisa da Seleção Brasileira completa 70 anos

Uniforme desenhado pelo gaúcho Aldyr Garcia Schlee foi usado pela primeira vez no dia 28 de fevereiro 1954


Por Pablo Bierhals Publicado 28/02/2024
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Foto: Divulgação/Exposição

Há sete décadas, a camiseta amarela da Seleção Brasileira transcende a função de um simples uniforme esportivo, tornando-se um símbolo intrínseco de paixão, orgulho e tradição no cenário esportivo nacional. Utilizada por alguns dos maiores jogadores de todos os tempos, a amarelinha personifica a habilidade, criatividade e estilo de jogo único do futebol brasileiro, testemunhando inúmeras conquistas gloriosas.

O Maracanazo, em 1950, quando a seleção brasileira foi derrotada pela uruguaia na final da Copa do Mundo, foi um dos eventos responsáveis pela mudança no uniforme.

Em 1953, o jornal Correio da Manhã abriu um concurso para o novo uniforme da Seleção. Aldyr Garcia Schlee, natural de Rio Branco, no Uruguai, e que nesta altura já morava em Pelotas, compartilhava a paixão de desenhista com o futebol. Ele resolveu participar e superou outros 300 concorrentes. 

Estreia

O novo uniforme foi apresentado em 20 de janeiro de 1954, em uma grande festa no Maracanã. Porém, a estreia em uma partida ocorreu um mês depois, em 28 de fevereiro, quando o Brasil venceu o Chile por 2 a 0, em Santiago, na primeira partida das Eliminatórias para a Copa do Mundo. Baltazar, jogador do Corinthians e conhecido como “cabecinha de ouro”, marcou o primeiro gol da amarelinha. E o “amarelo ouro”, semelhante às cores de um canário, ajudou a Seleção a ser apelidada de Canarinho. 

De amarelo, a primeira conquista da Seleção Brasileira foram os jogos Pan-Americanos de 1956, no México. Dois anos depois veio a primeira Copa do Mundo. E com o passar do tempo, mais quatro. Lendas como Pelé, Garrincha, Tostão, Jairzinho, Rivellino, Zico, Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho são sempre lembradas vestindo a canarinho. 

Aldyr Garcia Schlee, que se tornou um famoso escritor, morreu em novembro de 2018, justamente no dia em que se enfrentariam Brasil e Uruguai, a seleção por qual torcia, em um amistoso. Antes da partida, o Emirates Stadium, em Londres, parou para homenagear Schlee.

Um dos filhos do escritor, Aldyr Rosenthal Schlee ainda conserva os desenhos originais.


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