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Alunas de Gravataí criam copo contra ‘Boa Noite, Cinderela’

Quatro alunas do segundo ano desenvolveram um copo que identifica a droga chamada Boa Noite Cinderela; o projeto foi apresentado em uma mostra do Sesi


Por Redação/Clic Camaquã Publicado 03/11/2022
 Tempo de leitura estimado: 00:00
Foto: Divulgação / Arquivo pessoal

Um projeto apresentado no começo do mês, em uma mostra do Sesi, por estudantes do ensino médio chama a atenção do mercado e da comunidade em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Quatro colegas do segundo ano desenvolveram um copo que identifica a droga chamada Boa Noite Cinderela.

A descoberta já despertou o interesse de empresas dispostas a lançar o produto. Uma delas trabalha com reagentes que não são tóxicos e podem ser usados no produto.

“A gente fica muito orgulhoso de ver que aquela sementinha que a gente planta na sala de aula, a gente vai orientando, vai ajudando, e as coisas foram tomando essa proporção. A gente tá bem feliz e contente com o trabalho das meninas”, diz a professora Aline Brum Ottes.

O desafio nasceu em uma aula de matemática. A proposta da professora era que os alunos criassem um serviço inovador e com responsabilidade social.

“Durante as nossas pesquisas, a gente observou que tinha um crescente uso de entorpecentes usados em festas para deixar as vítimas vulneráveis a roubos, sequestros e estupros”, explica Giovanna Ávila, de 17 anos.

As quatro colegas descobriram que a droga mais usada para isso é o GHB, um líquido que é misturado nos copos de bedidas em festas.

“Ele é absorvido rápido pelo corpo, então, dentro de 20, 30 minutos, tu já consegue sentir e, em contrapartida, ele também some muito rápido do teu corpo. Depois de duas horas, ele não tá mais presente no teu organismo”, descreve Giovanna Moraes, de 17 anos.

Para se protegerem deste tipo de crime, elas imaginaram um copo que tenha base sólida com um reagente que mostre quando houver a presença da droga.

“Quando o GHB entrar em contato com a base, a base vai mudar de cor, assim alertando a vítima que tem algo de errado na bebida. A gente tá agora na fase de desenvolvimento do nosso projeto, na parte de pesquisa. A gente não participou de nenhuma questão de testes ainda, só na parte teórica”, diz Natally Souza, de 16 anos.

A ideia ganhou fôlego com o professor Rafael Abruzzi, no laboratório de química. Ele ajuda na busca de um reagente que não seja tóxico para identificar o Boa Noite Cinderela.

“Foi um projeto, uma proposta bastante inovadora nesse sentido que a gente não tinha trabalhado ainda na escola, não tinha lido muito sobre o assunto em outros projetos. Foi bem importante essa ideia. É um desafio tanto para elas, como alunas, como para a gente como orientadores, buscar soluções nesse sentido”, diz.

Os contatos ainda estão no início, mas as colegas imaginam que o negócio possa ter vida longa quando saírem da escola.

“A nossa ideia é cada uma seguir com o projeto na sua área. Eu, por exemplo, quero fazer psicologia. Pretendo pesquisar mais essa parte social do projeto. A Natally pretende fazer Direito e a Giovanna, Química. São coisas que envolvem bastante o projeto, e a gente poderia levar pro futuro”, acredita Nicolli Marques, de 17 anos.

*Fonte g1 RS


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