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Segunda morte por leptospirose é confirmada no Rio Grande do Sul, após enchentes

A vítima é um homem de 33 anos que morreu na última sexta-feira (17)


Por Kathrein Silva Publicado 22/05/2024
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Imagens que mostram o animal ilhado no telhado de uma casa foram feitas pelo Globocop, que cobria as enchentes na região na manhã de quarta (8). (veja detalhes no vídeo mais abaixo). (44)
Foto: Fábio Tito

A segunda morte por leptospirose no Rio Grande do Sul, após as enchentes, foi confirmada na cidade de Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo. A vítima é um homem de 33 anos que morreu na última sexta-feira (17).

O homem morava na área central do município. Conforme a família, ele teria tido contato com as águas da enchente mesmo adotando os cuidados necessários, como o uso de botas.

De acordo com a prefeitura de Venâncio Aires, neste mês foram confirmados três casos, sendo um deles o óbito e outros dois casos positivos já estão recuperados. Além disso, 23 suspeitas estão em investigação laboratorial pelo Centro de Atendimento de Doenças Infecciosas (Cadi) do município.

A enfermeira coordenadora da Vigilância Sanitária, Carla Lili Müller, relata que durante todo o ano de 2023, foram 56 notificações, dos quais oito foram positivados e sem registro de óbitos pela doença no município. Já neste ano, até agora, no total são nove casos confirmados na cidade.

Primeiro caso

O primeiro caso foi confirmado nesta segunda-feira (20) na cidade de Travesseiro, município situado no Vale do Taquari. A vítima era um homem de  67 anos. Após análise realizada pelo Laboratório Central do Estado (Lacen), em Porto Alegre, a amostra coletada testou positivo para a doença.

O homem apresentou os primeiros sintomas no dia 9 de maio e acabou entrando em óbito na última sexta-feira (17).

Leptospirose

A leptospirose é uma doença transmitida pela urina de animais infectados, que funcionam como vetores da bactéria leptospira. Segundo especialistas, ter contato com água de enchentes e alagamentos aumenta as chances de infecção, por isso a possibilidade de acontecer um aumento significativo de casos no RS a partir deste mês.

A enfermeira Müller reforça que o atendimento deve ser procurado logo nos primeiros sintomas. As manifestações da doença surgem normalmente de cinco a 14 dias após a contaminação, podendo chegar a 30 dias.

Sintomas:

  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Fraqueza;
  • Dores no corpo (em especial, na panturrilha) ;
  • Calafrios.


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