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“Esse fluxo está muito sobrecarregado, a gente não está conseguindo absorver as demandas na velocidade que chega”, diz Diretor Técnico

Em entrevista, equipe diretiva do HNSA detalha dificuldades no atendimento e causas da superlotação


Por Redação/Clic Camaquã Publicado 04/08/2023
 Tempo de leitura estimado: 00:00
Fotos: Debora Moura/Clic Camaquã

Um comunicado enfatizando superlotação foi colocado há alguns dias na entrada do Hospital Nossa Senhora Aparecida (HNSA). É destacado que apenas casos de Urgência e Emergência são aceitos na instituição atualmente. Em entrevista ao Programa Bom Dia Camaquã desta sexta-feira (04), membros da equipe diretiva da entidade detalharam a atual situação do sistema de atendimento, tipos de casos aptos para serem atendidos no local e o sistema de remoções.

Ao iniciar a conversa, o Diretor Técnico, Dr Tiago Bonilha de Souza destacou o sistema GERINT, uma ferramenta que o Estado utiliza atualmente para a regulação de leitos. O gestor explica que sempre que há a necessidade de transferência de pacientes. Assim estes são colocados neste sistema, com o objetivo de que haja a transferência direta para um leito adequado ao quadro do paciente:

“Por exemplo somos um hospital de média complexidade, sempre que necessitamos transferir um paciente para uma linha de cuidado, seja por maior complexidade ou para uma especialidade que não temos, a gente faz pelo GERINT. Isso tudo pelo ambiente do Sistema Único de Saúde (SUS), o Estado que custeia esses leitos”, destaca o médico.

Conforme o Diretor Técnico, após o período de pandemia de Covid-19, há uma sobrecarga neste fluxo de internações, com uma alta demanda de doenças diferentes e tratamentos complexos:

“Esse fluxo está muito sobrecarregado pelas dificuldades. A gente não está conseguindo absorver as demandas na velocidade que chega”, destaca

O hospital realiza o cadastro e atualização do quadro de pacientes neste sistema todos dias e o Estado realiza a busca de vagas para os leitos necessário, explica o diretor.

Abílio Machado, Diretor Administrativo do HNSA, enfatiza que além do GERINT, os médicos realizam contatos telefônicos diariamente com hospitais da capital para realizar a busca por leitos.

Sobre as especialidades mais solicitadas e as mais difíceis de atender hoje, a Diretora de Enfermagem, Thaylane Mattos responde:

“Vascular, neurocirurgião, não temos neurologista e não realizamos processo de cateterismo. Então qualquer paciente infartado tem que estar cadastrado no GERINT. Isso acaba demandando mais tempo. O HNSA faz um acolhimento para os familiares. A gente tenta sempre fazer um acolhimento, tanto com psicologia e assistente social”, detalha a enfermeira.

Celiomar Garcia questiona aos convidados sobre a publicação de um comunicado na fachada da entidade, onde enfatiza a superlotação de leitos e a restrição de atendimentos a níveis de Urgência e Emergência:

“Essa foi uma decisão tomada, em função dessa dificuldade de giro de leitos, de transferência de alta complexidade. A gente está com dificuldade de giro de leitos, de dar alta aos pacientes para admitir outro. A nossa estrutura física de Pronto Socorro é inadequada, ela tá insuficiente faz anos. Nossa área física não comporta muitos pacientes”, afirma o Dr Tiago.

Segundo os gestores, hoje os pacientes ao chegarem ao HNSA passam por uma triagem, sendo admitidos aqueles considerados como caso de URGÊNCIA (amarelo) e EMERGÊNCIA (vermelho), com necessidade de atendimento imediato. Outros casos de gravidade menor, recebem o primeiro atendimento e serão encaminhados para outras unidades de saúde.

Ao fina da entrevista a equipe diretiva pede a compreensão da comunidade camaquense e enfatiza que todos receberam o primeiro atendimento, conforme o protocolo de triagem.

Confira na íntegra a entrevista com o corpo diretivo do Hospital Nossa Senhora Aparecida:


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