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Paim ameaça deixar PT, insatisfeito com mudanças nos benefícios trabalhistas

Senador recebeu sondagens para ingressar em outros partidos como PDT, PSB, PTB e PMDB


Por Redação/Clic Camaquã Publicado 21/03/2015
 Tempo de leitura estimado: 00:00

Incomodado com as medidas provisórias editadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff que tornam mais restrita a concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas, o senador Paulo Paim (PT-RS) estuda deixar o Partido dos Trabalhadores (PT). Ele já recebeu sondagens para ingressar em outros partidos como PDT, PSB, PTB e PMDB, mas disse nessa sexta-feira que também discute a formação de uma nova sigla, inclusive com “setores do PT”, para evitar riscos de perder o mandato.

“Existe um movimento neste sentido”, afirmou Paim, senador desde 2003 e com mandato até 2019. Sem especificar os partidos, ele explicou que cerca de dez senadores “mostram disposição” para estudar a formação de uma nova sigla. “O momento é de muita reflexão”, disse. Já o PDT tem sido o “mais incisivo” nos convites para a filiação do parlamentar, por intermédio dos senadores Lasier Martins (RS), Cristovam Buarque (DF) e José Antônio Reguffe (DF).

Aos 65 anos de idade, Paim começou a pensar em deixar o partido ao qual é filiado desde 1985 há cerca de duas semanas. Dez dias atrás, ele disse aos ministros de Relações institucionais, Pepe Vargas, do Trabalho, Manoel Dias, e da Previdência, Carlos Gabas, que não teria a “menor condição” de votar a favor das MPs 664 e 665 sem alterações. “Não tenho mais como votar contra o trabalhador”, comentou.

De acordo com o senador, na reunião com os ministros, ele também defendeu a fórmula 85/95 em substituição ao fator previdenciário. “O fator é um instrumento superado porque as pessoas estão se aposentando, voltam a trabalhar e depois pedem a desaposentação na Justiça para se aposentar novamente com mais tempo de contribuição”, disse. Pela fórmula 85/95 os trabalhadores escapam do redutor previsto no fator previdenciário quando a idade e o tempo de contribuição somam 85 anos no caso das mulheres e 95 no caso dos homens. “Com ela as mulheres podem se aposentar pelo teto aos 55 anos e os homens, com 60 anos”, exemplificou.

Outro fato que ajudou a azedar a relação de Paim com o PT foi a decisão do diretório estadual do partido que o impediu de falar nos comícios e gravações de programas eleitorais dos candidatos majoritários durante a campanha do ano passado no Rio Grande do Sul.

“Respeitei mas não entendi porque decidiram que só os candidatos e o presidente do partido podiam falar”, afirmou.
O senador disse que este foi um “motivo secundário” para seu desconforto dentro do PT, mas admitiu que ficou particularmente contrariado por não poder discursar em um evento na cidade de Canoas (na região metropolitana de Porto Alegre), sua principal base eleitoral no Estado. “Gravei para (programas eleitorais de) governadores e senadores em mais de 20 Estados e não no Rio Grande do Sul. Alguma coisa estava errada”, comentou.

Partido fica surpreso com declaração de Paulo Paim

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Ary Vanazzi afirmou para a Rádio Guaíba que ficou surpreso com a possível saída de Paulo Paim da sigla. “Fomos pegos de surpresa porque nós temos um profundo respeito e admiração pelo trabalho do senador Paulo Paim”, disse. Vanazzi ressaltou que o PT tem responsabilidade com o mandato do senador.

Segundo ele, o partido pede mais participação e representatividade do senador na atual conjuntura. “Queremos ele mais perto, mais represente”, disse. Ele espera poder conversar com o político para tentar estreitar as relações.

De acordo com Vanazzi, o momento é de diálogo e principalmente de poio as decisões do governo Federal. “É um momento de conversa. O Partido e a bancada têm que tem posição”, afirmou em relação as posições da presidente Dilma Rousseff.


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