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Petroleiras adquirem setores para exploração de petróleo no Rio Grande do Sul

Seis setores ofertados na Bacia de Pelotas foram arrematados em leilão nesta quarta-feira


Por Pablo Bierhals Publicado 13/12/2023
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Foto: André Ávila/Agencia RBS/Ilustrativa

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou leilão de 12 setores para exploração de petróleo na Bacia de Pelotas nesta quarta-feira (13). Destes, seis foram arrematados por consórcios entre empresas petroleiras nacionais e estrangeiras. Ao todo, as empresas adquiriram 44 blocos (subdivisões dos setores) na bacia.

No passado, a Petrobras havia chegado a arrematar blocos na Bacia de Pelotas, mas os trabalhos efetivos de exploração nunca começaram, e a concessão foi até devolvida pela estatal à ANP. A maioria dos blocos adquiridos ficam no extremo sul do litoral gaúcho, a partir do final da Lagoa dos Patos.

Segundo informações da jornalista Marta Sfredo, da GZH, o consórcio formado por Petrobras (70%) e Shell (30%) arrematou, ao total, 27 blocos, somando pagamentos de R$ 156,4 milhões em licenças para a  operação. Outro consórcio, formado por Petrobrás (50%), Shell Brasil (30%) e a chinesa CNOOC (20%), arrematou dois blocos, pagando R$ 14,645 milhões. A norte-americana Chevron arrematou 15 blocos, com custo de R$ 127,63 milhões. Outros seis setores disponíveis no Sul não receberam ofertas.

Não há pré-sal na Bacia de Pelotas, sendo assim o sistema é de concessão, ou seja, o vencedor se torna proprietário do petróleo que eventualmente seja descoberto. Os vencedores da concessão precisam assinar contrato com a ANP e informar um plano de desenvolvimento para a área.

Se houver petróleo, a empresa, ou consórcio, se torna dona do produto como concessionária e paga, sobre a produção, royalties à União, ao Estado e a municípios diretamente afetados. Se não houver sucesso, pode até devolver o bloco, semelhante ao que a Petrobrás já fez com a Bacia de Pelotas no passado.


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