Usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso portal, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de Privacidade.

  • cq-01
  • Banner-Camaqua_CC 970×90 (2)
  • Design sem nome – 2024-02-06T154143.111
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (8)
  • Design sem nome – 2024-02-06T170807.664
  • 2024 BANNER TOPO CAPA DE SITE DIA DE CAMPO DESKTOP
  • Design sem nome – 2024-02-29T143231.335
  • Design sem nome – 2024-02-29T112346.494
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (7)
  • WhatsApp Image 2024-03-01 at 09.20.19
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (9)
  • globalway (1)

“Inflação” do arroz: chuvas no RS elevam em até 10% preço do alimento no Brasil

Elevação de custos aos produtores gaúchos, será repassada ao consumidor


Por Redação/Clic Camaquã Publicado 20/02/2015
 Tempo de leitura estimado: 00:00

A chuva, que apenas nas últimas semanas resolveu dar as caras no Sudeste, fez morada no Rio Grande do Sul desde os últimos meses do ano passado – e deve encarecer o arroz, um dos alimentos mais consumidos do País. O repasse do aumento de custos ao produtor pode significar alta de preços nos supermercados de entre 5% e 10% – admite o presidente da Federação das Cooperativas de Arroz do Rio Grande do Sul, André Barreto. 

Os gaúchos são responsáveis por 68% de todo o arroz à mesa dos brasileiros. Se considerarmos apenas o arroz tipo 1, o mais presente em nossos pratos, essa parcela sobe para mais de 85%. Em 12 meses, até janeiro, seu preço subiu em média 8,03%, acima da inflação de 7,14% no período.

De acordo com Barreto, desde setembro do ano, início da safra, por vezes as chuvas previstas para cair durante um mês despencaram em apenas dois dias. E, embora seja bastante resistente às intempéries climáticas, o arroz é plantado em várzeas – explica o produtor. E tamanho foi o volume d’água a cair que a terra não foi capaz de absorver a chuva. A condição foi propícia à criação de fungos e outras pragas. Tornou-se necessário, assim, elevar investimentos em pesticidas, em boa parte, importados.

Os impactos no bolso do consumidor ao comprar arroz vêm, portanto, da soma desses dois fatores: diminuição de arroz disponível para oferta ao consumidor e compra de produtos químicos encarecidos pela alta do dólar, de mais de 7% só neste ano.

Mas o pior já passou, diz Barreto. O executivo observa normalização da situação nos campos do Rio Grande do Sul. Fala em recuperação da safra e fim do período de chuvas atípicas. Dados aferidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforçam suas palavras. Em documento divulgado nesta quinta-feira, 19, o IBGE prevê alta de 4,3% na safra gaúcha deste ano.


  • cq-01
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (9)
  • Design sem nome – 2024-02-29T112346.494
  • Design sem nome – 2024-02-06T170807.664
  • Design sem nome – 2024-02-06T154143.111
  • Banner-Camaqua_CC 970×90 (2)
  • 2024 BANNER TOPO CAPA DE SITE DIA DE CAMPO DESKTOP
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (7)
  • Design sem nome – 2024-02-29T143231.335
  • globalway (1)
  • Faça uma visita na Rua General Zeca Netto, 970 – no centro de Camaquã ENTRE EM CONTATO (51) 9 9368-4947 (8)
  • WhatsApp Image 2024-03-01 at 09.20.19