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Coral de proveta é criado por cientistas do RS para repovoar áreas de recifes destruídas

De acordo com os desenvolvedores, o objetivo é multiplicar a espécie e colaborar com o repovoamento de recifes que foram destruídos ao longo dos anos, devido ao aumento da temperatura dos oceanos


Por Kathrein Silva Publicado 27/12/2023
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Foto: Wikimedia Commons

O primeiro coral de proveta do país foi criado por cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). De acordo com os desenvolvedores, o objetivo é multiplicar a espécie e colaborar com o repovoamento de recifes que foram destruídos ao longo dos anos, devido ao aumento da temperatura dos oceanos.

As espécies são transportadas de Porto Seguro (BA) ao laboratório. A retirada dos corais acontece quando a reprodução hermafrodita, que produz tanto óvulos quanto espermatozóides, acontece.

A reprodução acontece por criogenia. Os espermatozóides são congelados em um tubo de nitrogênio, a uma temperatura de quase 200ºC abaixo de zero. Após o descongelamento, as análises mostraram que 84%, cerca de 2 bilhões de espermatozóides, estavam viáveis para a inseminação artificial.

O processo de fecundação foi concluído pela primeira vez em laboratório há dois anos. Os cientistas agora acompanham o desenvolvimento dos corais em ambiente controlado para garantir o sucesso da reintrodução.

Aquecimento dos Oceanos

O avanço do estudo ainda depende de financiamento para a próxima fase. Segundo os pesquisadores, metade de algumas espécies de recifes de corais do planeta morreu na última década devido ao aquecimento das águas dos oceanos.

Antes da experiência no Brasil, corais de proveta já haviam sido reproduzidos por cientistas do Havaí, México e Taiwan.


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