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Ações humanas contribuíram para a tragédia no RS

A escolha de locais inapropriados para a construção e falta de manutenção nos diques foram alguns dos motivos que levaram ao atual momento em que o estado passa


Por João Victor Fagundes Publicado 16/05/2024
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Foto: Nelson Almeida

De acordo com o professor Roberto Reis, responsável pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da Biodiversidade da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), parte da tragédia que vem atingindo todo o estado passa pela ação do homem.

Construções em locais inapropriados, falta de manutenção nos diques e nas barreiras anti-alagamento foram os principais motivos para o acúmulo das águas em diversas regiões do Rio Grande do Sul, principalmente em Porto Alegre e região Metropolitana.

Segundo o professor, Porto Alegre é uma área de várzea e de confluência de rios na beira do Lago Guaíba, que alaga sempre que tem enchente. Além disso, em setembro do ano passado, o estado já havia enfrentado uma grande enchente. “Aí se viu que as comportas e parte dos diques não estavam funcionando. Era hora de ter arrumado. Foi uma mega-enchente. A grande veio agora. Deveríamos ter arrumado tudo de setembro para cá. Espero que desta vez aprendam, porque o custo está sendo muito alto”, destaca Reis.


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