Variedades

MC Fioti lança clipe de nova versão de 'Bum bum tam tam' em homenagem à vacina CoronaVac

Hit viralizou mais uma vez com a chegada da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan
23/01/2021 - 17h:19min - Fonte: G1

Foi lançado neste sábado (23) o clipe de "Bum bum tam tam (remix vacina Butantan)", do MC Fioti. O hit virou o "hino" da vacina CoronaVac, desenvolvida desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Fioti gravou o clipe especial na sexta-feira (15), na sede do Butantan. O instituto divulgou fotos do funkeiro em uma visita, inclusive ao lado do seu diretor, Dimas Covas, e de uma caixa da vacina.

 

"Acho que a minha música, o funk, conversa muito com a comunidade. Por meio dessa nova versão e do clipe a gente vai conseguir passar a mensagem e eles vão se conscientizar de que a solução para a gente é se vacinar", diz Fioti ao G1.

 

"Eu escrevi e produzi novamente sozinho", conta Fioti. "Foi uma sensação de honra em participar disso. Para trocar a letra não foi muito difícil, porque eu só adaptei para a vacina. Estou feliz de poder ajudar a nossa população através da música."

Veja o clipe abaixo:

 

 

História do hit

O podcast G1 Ouviu desta semana conta a história de "Bum bum tam tam". Ouça abaixo.

 

MC Fioti recebe ligação de agradecimento de João Doria por versão de 'Bum Bum Tam Tam'
 
 
 
 
 
 
 
 
--:--/--:--
 
 
 
 

MC Fioti recebe ligação de agradecimento de João Doria por versão de 'Bum Bum Tam Tam'

 

 

A produção do Bach-tidão

 

A "flauta envolvente" da música é um trecho da "Partita em Lá menor", escrita pelo alemão Johann Sebastian Bach por volta de 1723.

A partir de uma gravação da flauta que achou na internet (sem saber que era de Bach), MC Fioti fez tudo sozinho em 2017: compôs, cantou e produziu em uma noite só.

Veja como foi a criação abaixo:

Anatomia do 'Bum bum'
 
 
 
 
 
 
 
 
--:--/--:--
 
 
 
 

Anatomia do 'Bum bum'

 

História do artista

 

Fioti, 26 anos, já trabalhou em lanchonetes, foi ajudante de pedreiro e catou papelão e alumínio na rua. Cresceu no Capão Redondo, Zona Sul de SP. Não conheceu o pai e hoje ajuda a mãe, que não precisa mais trabalhar como doméstica.

Aprendeu a produzir funk com métodos precários. 'Comecei a gravar num celularzinho velho. Convertendo música para mp3 e me matando para produzir'. Conseguiu um computador emprestado e descobriu sozinho como mexer nos programas de áudio.

Ele despontou como produtor e 2016. Passou o ano dormindo em um colchão ou numa boia de piscina no chão da produtora.

 

 

deixe seu comentário