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Número de ocorrências atendidas pelo Corpo de Bombeiros de Camaquã segue caindo em abril

Dos 54 atendimentos, 49 foram em Camaquã, destes, 22 foram incêndios, 3 em residência; Em Arambaré o SCAB atendeu 27 chamados, sendo 13 incêndios em vegetação ou lixo
Publicado: 04/05/2021 às 10:12 | Alterado: 11/05/2021 às 23:49 | Fonte: Corpo de Bombeiros Militar padrão Comunitário de Camaquã
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Corpo de Bombeiros Militar padrão Comunitário de Camaquã divulgou nesta segunda-feira (3) as ocorrências atendidas no mês de abril. Foram um total de 54 chamados, 49 em Camaquã, quatro em Cristal e um em Sentinela do Sul. 

Emergência

CBMC

SCAB

Ações Preventivas

21

10

Apoio à Pessoa ou Instituição

2

0

Atendimento Pré-hospitalar

0

1

Incêndio

22

13

Outros

3

0

Salvamento/Busca/Resgate

6

3

Total

54

27

Com o mês de janeiro com aumento expressivo de ocorrências – aumento de 37% em relação a dezembro de 2020 e de 90% quando comparado com janeiro de 2020 – o Corpo de Bombeiros de Camaquã solicitou, através da imprensa local, para que a população observasse o manejo das queimadas. A população atendeu ao apelo e as ocorrências atendidas pelo Corpo de Bombeiros de Camaquã tem diminuído.O Serviço Civil Auxiliar de Bombeiros – SCAB de Arambaré, vinculado e subordinado operacionalmente ao Corpo de Bombeiros Militar, atendeu 26 chamados em Arambaré e um em Tapes.

Incêndio

CBMC

SCAB

Lixo

8

4

Outros

2

0

Residência

3

0

Vegetação

9

9

Total

22

13

Quando comparamos os incêndios nos primeiros quatro meses deste ano com o mesmo período do ano passado fica claro a redução. Saímos de 179 chamados para 96 no período, ou seja, uma redução de 46,3%.A Comandante do Corpo de Bombeiros, 1º Ten Simone da Rosa Baldi, aponta que o aumento de incêndios é o grande responsável para o aumento das ocorrências em geral e dentro das ocorrências de incêndio as queimadas são as que mais contribuem. “Com a compreensão da comunidade ao nosso chamamento os incêndios em vegetação vêm caindo o que acaba por reduzir o total geral de ocorrências”, afirma a Comandante.

Atendimentos do CBMC

Abr/2021

Acumulado

(últimos 12 meses)

Camaquã

49 (91%)

565 (90%)

Demais municípios

5 (9%)

60 (10%)

Total

54

625

A Comandante informa que com o início do período de chuvas mais frequentes, os incêndios em vegetação tendem a diminuir, porém alerta que entraremos num período que tende a aumentar as ocorrências em residências. “O uso de aquecedores, lareiras e fogões a lenha sem os devidos cuidados podem trazer grandes problemas, principalmente em moradias de madeira”, finaliza a Ten Simone (veja as dicas).

Dicas do Corpo de Bombeiros Militar padrão Comunitário de Camaquã

  • Tenha cuidado com o uso de estufas elétricas, especialmente as de filamento ou resistência, e adquira somente aparelhos certificados pelo Inmetro. 
  • Não utilize extensões elétricas sem o devido dimensionamento e evite ligar a estufa elétrica com outros aparelhos na mesma tomada. 
  • Não coloque roupas, cobertores, utensílios ou objetos sobre os aquecedores.
  • Sempre mantenha entradas de ar em ambientes com fogo de lareira, fogões e aquecedores. O ar nesses locais precisa ser renovado, evitando risco de morte por intoxicação por monóxido de carbono, ou mesmo por asfixia em razão do consumo de oxigênio do ambiente. 
  • Lareiras devem possuir tela metálica com malha entre 2 e 5 mm para evitar que fagulhas sejam propagadas para fora do local de queima.
  • Para iniciar o fogo em lareiras e fogões a lenha deve-se utilizar folhas, gravetos ou acendedores específicos para este fim. Jamais utilize álcool, gasolina ou outro líquido inflamável.
  • Entre tantas práticas perigosas para escapar do frio do inverno, aquecer ambientes com a queima de fluidos inflamáveis, como álcool, é considerada a pior de todas. Além do alto risco de queimaduras ou incêndio, ainda há o risco da asfixia devido ao monóxido de carbono desprendido na queima. Evite esta prática.
  • A utilização de recipientes contendo brasas para aquecer as residências também é desaconselhável, em face da grande possibilidade de contato com materiais combustíveis diversos, a produção de monóxido de carbono e ainda o risco de queimaduras diretas.