Polícia

Prática ilegal da medicina é tema de encontro entre Polícia Civil e Cremers

Além da dermatologia e de áreas como a angiologia e cirurgia vascular, diversas outras especialidades acabam acometidas por esses atos ilegais
Por: Elias Bielaski | Publicado: 10/06/2021 às 15:43 | Alterado: 14/06/2021 às 18:45 | Fonte: Polícia Civil
Foto: Polícia Civil / Divulgação
Foto: Polícia Civil / Divulgação

Na manhã desta quinta-feira (10), a Chefe de Polícia, Delegada Nadine Tagliari Farias Anflor, e o Subchefe, Delegado Fábio Motta Lopes, reuniram-se com integrantes da Diretoria do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), na sede do conselho.

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No encontro, Chefe e Subchefe foram recebidos pelo Vice-Presidente da entidade, Eduardo Neubarth Trindade, e demais profissionais médicos que expuseram situações sensíveis, principalmente na área da dermatologia, no que tange ao exercício ilegal da medicina.

Além da dermatologia e de áreas como a angiologia e cirurgia vascular, diversas outras especialidades acabam acometidas por esses atos ilegais.

Vale destacar que, em maio, a Polícia Civil e o Cremers assinaram um termo de cooperação para uma ação conjunta e técnica, a fim de combater as condutas ilícitas que resultam muitas vezes em sérios riscos à saúde do paciente.

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Os integrantes do conselho destacaram ainda a necessidade de um profissional médico para determinados procedimentos, os quais, pela complexidade, exigem qualificação e especialidade.

A Chefe de Polícia destacou em sua fala, após as apresentações de casos, que a Polícia Civil promove não apenas a repressão dessas condutas, como trabalha em ações para aproximação entre a Instituição e esses profissionais.

Já o Subchefe enfatizou a necessidade de uma análise jurídica de cada caso, em que destacou, inclusive, os casos que resultam em lesões corporais de natureza grave ou gravíssima.

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Ao fim, os envolvidos, em especial o presidente do órgão, Eduardo Trindade, observaram a importância da atuação integrada entre os órgãos, reforçando ainda mais as ações conjuntas, necessárias ao combate do exercício ilegal da atividade médica.

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