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Insônia pode ser sintoma de depressão, diz estudo

O Instituto do Sono realizou a pesquisa com pessoas de 20 a 80 anos


Por Kathrein Silva Publicado 12/06/2024
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Foto: Marcello Casal Jr

O Instituto do Sono realizou um estudo que revelou que a insônia não é apenas um sintoma da depressão, mas uma parte integrante da doença mental. Os pesquisadores concluíram após examinar a relação entre o risco genético para problemas de sono e sintomas de depressão em uma amostra do Estudo Epidemiológico do Sono de São Paulo, com pessoas entre 20 e 80 anos.

A pesquisa foi realizada com a avaliação clínica, polissonografia noturna completa e responderam a um conjunto de questionários sobre sono, bem como extração de DNA e genotipagem dos voluntários, com o objetivo de calcular o risco genético dessas pessoas para problemas de sono e sintomas depressivos.

Os resultados do estudo foram apresentados no Sleep 2024, durante a 38ª Reunião Anual das Sociedades Profissionais Associadas de Sono, no início de junho, nos Estados Unidos. Uma das responsáveis pelo estudo, a pesquisadora Mariana Moysés Oliveira declarou:

A privação de sono de forma pontual não potencializa o desenvolvimento da depressão, mas a insônia, como um problema de sono crônico, sim. Já foi descrito que, em pessoas com sintomas depressivos graves, o fato de ter insônia estava relacionado com a falta de resposta aos tratamentos para depressão. Também já foi provado que pessoas com insônia correm mais risco de ter depressão no futuro

As descobertas do estudo trazem que a insônia e os sintomas depressivos partem de origens genéticas muito parecidas e, por isso, segundo Oliveira, os problemas de sono não podem ser tratados como algo secundário em pessoas com depressão, já que está demonstrado que são parte central da doença.

Um modelo estatístico, chamado escore poligênico, foi utilizado para chegar o resultado, este possibilita prever o risco para doenças complexas ao considerar milhares de variantes genéticas, o que permitiu estabelecer essa interrelação.

Segundo a pesquisadora, as doenças se manifestam geralmente por fatores genéticos, que não mudam desde a concepção, e ambientais aos quais as pessoas são expostas ao longo da vida. A pesquisa conseguiu calcular os riscos genéticos para prever os riscos maiores ou menores para o desenvolvimento de uma doença.

De acordo com a responsável pelo estudo, com uma amostra epidemiológica é possível identificar variações genéticas que podem ser usados como biomarcadores de risco e, entendendo as conexões genéticas, é possível desenvolver tratamentos que atacam as causas das doenças, não apenas os sintomas, reduzindo a chance de recaídas.


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