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Defesa de Bolsonaro nega participação do ex-presidente em desvio milionário

Os investigadores também afirmaram que não houve movimentação significativa nas contas de Bolsonaro, levando a conclusão de que ele usou o dinheiro da venda das joias para se manter nos Estados Unidos


Por Pablo Bierhals Publicado 09/07/2024
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Foto: Divulgação/Ilustrativa

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou nesta segunda-feira (8) que ele não tinha “qualquer ingerência” sobre os presentes recebidos durante suas viagens presidenciais. Esta declaração foi divulgada após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), levantar o sigilo do relatório que acusa Bolsonaro e outros 11 investigados pelo desvio de joias sauditas recebidas durante o governo do ex-presidente. Segundo a Polícia Federal, esses desvios podem chegar a R$ 6,8 milhões.

Os advogados Paulo Bueno e Daniel Tesser explicaram que os presentes são geridos pelo Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), um departamento da Presidência da República, que realiza uma rigorosa catalogação dos itens, sem interferência do presidente. De acordo com eles, o inquérito, “de maneira estranha, foca exclusivamente no governo Bolsonaro, ignorando situações semelhantes em administrações anteriores”.

Os advogados também mencionaram que as joias foram devolvidas após determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), em março do ano passado. “A ação tinha como objetivo garantir, desde o início, que não houve intenção de se apropriar de bens que pudessem ser considerados públicos. Dado a complexidade das normas que regem esses itens, foi solicitado que ficassem sob custódia do poder público até a conclusão da discussão sobre sua destinação final”, alegou a defesa.

De acordo com a Polícia Federal, parte das joias sauditas recebidas durante o governo Bolsonaro foram transportadas para fora do país em uma mala no avião presidencial em 30 de dezembro de 2022, quando o ex-presidente viajou aos Estados Unidos no final de seu mandato.

Os investigadores também afirmaram que não houve movimentação significativa nas contas de Bolsonaro, levando a conclusão de que ele usou o dinheiro da venda das joias para se manter nos Estados Unidos.


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