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Bolsonaro é indiciado pela Polícia Federal no caso das joias sauditas

Relatório que também indicia Mauro Cid foi entregue ao ministro do STF Alexandre de Moraes


Por Pablo Bierhals Publicado 05/07/2024
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Nesta quinta-feira (4), a Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro no caso das joias sauditas. O relatório parcial da investigação foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é o relator do caso. De acordo com as investigações, os desvios começaram em meados de 2022 e continuaram até o início do ano passado. Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, foi responsável pela operação das vendas.

A investigação revelou a existência de uma organização criminosa que desviava e vendia presentes recebidos de autoridades estrangeiras durante o governo Bolsonaro. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), esses presentes deveriam ser incorporados ao Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), setor da Presidência da República responsável pela guarda dos itens, impedindo que ficassem no acervo pessoal do ex-presidente.

Indiciados Incluem Ex-Colaboradores de Bolsonaro

Além de Bolsonaro, outras 11 pessoas foram indiciadas pela PF. Entre os indiciados estão Mauro Cid, seu pai, o general de Exército Mauro Lourenna Cid, e outros ex-ajudantes de ordens como Osmar Crivelatti e Marcelo Câmara, além do advogado de Bolsonaro, Frederick Wasseff.

Com o indiciamento, o caso segue para a Procuradoria-Geral da República, que decidirá se os acusados serão denunciados ao Supremo Tribunal Federal.

Detalhes das Transações Ilegais

Durante a investigação, foi descoberto que parte das joias saiu do país em uma mala transportada no avião presidencial. Em um dos casos, o general Cid recebeu US$ 68 mil pela venda de relógios Patek Phillip e Rolex, valor depositado em sua conta bancária. O militar estava lotado no escritório da Apex em Miami.

Entre os itens desviados estão esculturas folheadas a ouro, como um barco e uma palmeira, que Bolsonaro recebeu em uma viagem ao Bahrein em 2021.

Reações e Declarações

A defesa de Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre o indiciamento. No entanto, o senador Flávio Bolsonaro criticou a ação da PF, acusando-a de perseguição. Em redes sociais, ele escreveu: “A perseguição a Bolsonaro é declarada e descarada! Alguém ganha um presente, uma comissão de servidores públicos decide que ele é seu. O TCU questiona e o presente é devolvido à União. Não há dano ao erário! Aí o grupo de PFs, escalados a dedo pra missão, indicia a pessoa”.

Advogado de Bolsonaro Contesta Indiciamento

O ex-secretário do governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten, também foi indiciado e considerou a ação da PF ilegal. Em nota, Wajngarten afirmou que tomou conhecimento do caso das joias pela imprensa e que, como defensor, orientou a entrega dos itens ao TCU. “Portanto, a iniciativa da Polícia Federal de pedir meu indiciamento no caso dos presentes recebidos pelo ex-presidente é arbitrária, injusta e persecutória. É uma violência inominável e um atentado ao meu direito de trabalhar”, declarou.


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