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Universidades e institutos federais mantêm greve

Coordenadores do movimento rejeitam fim das negociações pelo governo


Por Pablo Bierhals Publicado 24/05/2024
Ouvir: 00:00
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Foto: Agência Brasil

As universidades e institutos federais de ensino superior (Ifes) seguem em greve. As entidades coordenadoras da paralisação anunciaram que não assinarão o acordo apresentado pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos na última segunda-feira (20). Em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (24), as entidades exigiram a retomada das negociações.

Na quarta-feira (22), o ministério comunicou às entidades que as negociações com os professores das universidades e institutos federais estavam encerradas. O encontro marcado para a próxima segunda-feira (27) seria apenas para a assinatura de um termo de acordo, sem espaço para novas contrapropostas.

Intransigência do Governo e Continuidade da Greve

Gustavo Seferian, presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), criticou a postura do governo, afirmando que a interrupção unilateral das negociações demonstra intransigência. “Repudiamos a interrupção unilateral do processo democrático de negociação pelo governo federal”, declarou Seferian. Ele destacou a necessidade de continuar as conversas, enfatizando que o orçamento deste ano comporta as demandas remuneratórias e a recomposição dos investimentos nas instituições federais de ensino superior.

A greve, iniciada em 15 de abril, abrange professores e técnicos administrativos de 59 universidades e mais de 560 colégios federais, conforme balanço do Andes.

Proposta de Reajuste do Governo

A proposta do governo inclui aumentos para professores de universidades e colégios federais entre 13,3% e 31% até 2026, com os reajustes iniciando apenas em 2025. O reajuste de 9% concedido ao funcionalismo federal em 2023 resultaria em um aumento total entre 23% e 43% no acumulado de quatro anos, dependendo da categoria.

Entretanto, a ausência de reajustes para este ano foi amplamente criticada. “Temos mais de 30 assembleias sinalizando rejeição à proposta do governo. A greve não só continua, mas segue mais forte do que nunca”, afirmou Seferian.

Orçamento e Pressão por Recursos

O comando de greve argumenta que há espaço no orçamento para atender às demandas, com o desbloqueio de R$ 2,9 bilhões informado pelo governo na quarta-feira (22). Segundo David Lobão, do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinafese), esses recursos devem ser usados para recompor perdas salariais dos últimos anos. Ele também lembrou o processo de sucateamento dos institutos federais durante os governos anteriores e a necessidade de mais investimentos.

Apelo ao Presidente Lula

Artemis Matins, coordenadora-geral do Sinasefe, destacou a expectativa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ajude a destravar as negociações, demonstrando seu compromisso com a educação. “Esperamos ser recebidos pelo presidente Lula para que ele assuma o processo de negociação e concretize o que tem defendido em seus discursos”, disse Artemis.

Negociações com Técnicos-Administrativos

As negociações com os técnicos-administrativos ainda estão em andamento. O governo propôs um aumento médio de 28% entre 2023 e 2026, com 37,6% para as carreiras de menor remuneração. Ivanilda Reis, coordenadora-geral da Fasubra, expressou apoio aos docentes e criticou o encerramento das negociações. Nova rodada de conversas deve ocorrer no início de junho.

Nota do Ministério da Gestão e Inovação sobre Greve

Em nota, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos afirmou que o ganho acumulado dos docentes nos próximos quatro anos será de 28% a 43%, dependendo da categoria. Além disso, destacou o aumento do auxílio-alimentação para R$ 1 mil, um incremento de mais de 150% em relação ao governo anterior.

Após cinco rodadas de negociações com entidades representativas, o governo informou que as propostas apresentadas são finais, destacando reuniões específicas com os docentes em 15 de maio e com técnicos administrativos em 21 de maio.


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