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1º Festival das Estações promovido pela FURG-SLS fomenta arte e cultura à beira da Lagoa dos Patos

Alusivo à primavera, evento reuniu comunidade acadêmica e população geral do município em novo espaço gerido pela universidade


Por Redação Clic Camaquã Publicado 12/12/2022
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Foto: Divulgação / Secretaria de Comunicação – Secom | FURG

No último sábado de novembro, a FURG São Lourenço do Sul (FURG-SLS) promoveu o 1º Festival das Estações, em edição alusiva à primavera. O evento foi realizado junto à Lagoa dos Patos, em frente ao trapiche da Barrinha, no Prédio 5 da universidade, antigo ponto de cultura do município. Recentemente cedido à FURG pela Prefeitura Municipal, o espaço está passando por reformas e será ocupado por iniciativas extensionistas desenvolvidas no campus São Lourenço do Sul.

Com o dia ensolarado, o festival contou com atividades artísticas e culturais, como sarau, feira de empreendimentos locais, oficina de pintura e degustação de preparos com Plantas Alimentícias Não Convencionais (Panc). O evento foi organizado em conjunto pelos projetos de extensão Pancpop e PANCultura, que integram o Laboratório Maréss – Mapeamento em Ambientes, Resistência, Sociedade e Solidariedade, e a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Prae).

Parceiro do Pancpop, o projeto PANCultura tem como objetivo construir uma horta comunitária no local enquanto um espaço de promoção de interações sociais e educação ambiental a partir das Panc. O intuito é resgatar o fluxo de atividades culturais e artísticas que anos atrás aconteciam ali e estimular o uso e a revitalização de um espaço público que estava se deteriorando.

Fortalecimento da extensão

Presente na atividade, o Pró-reitor de Extensão e Cultura da FURG, Daniel Prado, avalia que a iniciativa de ocupação do espaço, bem como da realização do festival, tem conseguido aproximar ainda mais a universidade da comunidade, a partir da união da cultura e da extensão.

“Existe uma tradição extensionista muito forte, bonita e potente no nosso campus e nos cursos de São Lourenço. Os alunos, para além da sala de aula, vão para a comunidade e isso é um elemento motivador, que nos ajuda a combater a evasão, onde se estabelecem novos horizontes e novas estratégias para a nossa extensão local”, afirma.

Além do protagonismo dos estudantes, ele destaca também a participação de pessoas da comunidade no festival, com o envolvimento de representantes da agricultura familiar, da cadeia produtiva da pesca e da economia solidária local.

“Esse é mais um ponto que nos liga para além dos prédios de aula da universidade, mas um prédio que está inserido na região da orla, junto da escola, junto de outros atores do entorno e das comunidades de pescadores e agricultores. É um ponto muito interessante, porque vamos conseguir capilarizar cada vez mais a extensão e a cultura no campus de São Lourenço do Sul”, vislumbra.

A coordenadora da Prae-SLS, Luciana Vargas, concorda, pontuando que a instauração do novo espaço do prédio 5 da FURG materializa a relevância do processo de expansão estrutural da universidade, em prol das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

“Em especial, é um ambiente voltado para as atividades socioculturais, à promoção do bem viver, e que agrega o potencial para serem desenvolvidas diversas ações que compõem o universo da formação superior na sua relação e função social com a sociedade”, entende.

União de esforços

A coordenadora da Prae-SLS considera que as ações coletivas dos projetos da FURG refletem a importância das atividades serem unificadas, principalmente para integralizar o trabalho desenvolvido na instituição no campus de São Lourenço do Sul.

Na oportunidade, por meio do Projeto Ateliê das Emoções, a equipe da Prae-SLS ofertou uma oficina de pintura entre os presentes. A proposta era fazer placas de madeira com identificação de exemplares de Panc, com o intuito de identificar e popularizar as espécies, a partir do compartilhamento de informações por parte de integrantes do Pancpop.

Da mesma forma, o estudante de Agroecologia Gabriel Baeta, bolsista do PANCultura, destaca que a Escola EMEF Profº Armando das Neves, situada ao lado do prédio 5, se consolidou como uma grande parceira do projeto, viabilizando a realização do festival através do apoio com a infraestrutura, disponibilizando as mesas, cadeiras e banheiro para as pessoas que estavam presentes no evento.

“Pretendemos estender essa parceria para os próximos festivais e já estamos planejando ações para o próximo ano que promovam a educação ambiental para a comunidade escolar”, afirma.

No dia também houve uma feirinha, onde alguns empreendimentos locais puderam expor e comercializar seus produtos. Estiveram presentes Vitória CupCakes, Magia Floral, Nefeli Bookcrafts, O Jardim e Bolos da Sara.

Próximas edições

Segundo Gabriel, a proposta é realizar novas edições do evento, com um encontro a cada estação do ano. “Contemplando a peculiaridade que há em cada uma das estações, percebendo como a flora e a fauna se transformam no decorrer do ano, compreendendo que nós, seres humanos, também somos seres cíclicos e precisamos estar conectados à natureza”, explica.

Durante o evento, o estudante teve a oportunidade de compartilhar com os presentes algumas de suas composições autorais, entre elas, a música “Suco de Jerivá”, escrita por ele inspirado na palmeira Panc “jerivá” (Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman). “Dá coquinhos deliciosos apreciados não só por humanos, mas como diversas espécies de animais, e está presente por toda a cidade, principalmente na orla da Lagoa dos Patos”, conta.

Assim, explica que, para ele, a arte é uma das formas mais belas e eficientes de se popularizar as Panc enquanto um alimento capaz de diversificar a alimentação e promover segurança e soberania alimentar nos diversos territórios.

“Em São Lourenço do Sul, muitas pessoas já conhecem as Panc, e o Projeto Pancpop desde 2017 vem intensificando a valorização e o resgate do conhecimento acerca do uso alimentício destas espécies”, avalia.


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