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Boletim Climático: chuvas marcam segunda semana de junho e anunciam fim do El Niño

Inmet aponta para fim do El Niño e chegada da La Niña


Por Pablo Bierhals Publicado 16/06/2024
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Previsão do Tempo: quarta-feira será de céu nublado e pancadas de chuva em Camaquã
Foto: Ilustrativa/Clic Camaquã

A segunda semana de junho será caracterizada por chuvas significativas nas regiões Norte, Nordeste e Sul do Brasil, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A previsão indica que as pancadas podem ultrapassar 60 mm nas regiões Norte e Nordeste, e 70 mm no Sul. Além disso, junho marca o fim do fenômeno El Niño, com o início previsto do La Niña no mês seguinte.

Previsão de Chuvas nas Regiões

  • Região Norte: O noroeste do Amazonas, o norte do Pará, Roraima e áreas do leste do Amapá devem registrar os maiores acumulados de chuva, podendo superar 60 mm. Nas demais áreas, os volumes de chuva devem ser inferiores a 40 mm.
  • Região Nordeste: A faixa leste pode registrar pancadas de chuva que superam 60 mm, enquanto a faixa norte terá menores acumulados. O interior da região deverá ter tempo quente e seco.
  • Região Sul: A previsão de chuvas é mais concentrada nos estados do Paraná e Santa Catarina.

Transição do El Niño para La Niña

O El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico equatorial, ocorre a cada cinco a sete anos, com duração média de um a um ano e meio. De junho de 2023 a abril de 2024, o El Niño influenciou o aumento das áreas de seca na Região Norte, enquanto na Região Sul as áreas de seca moderada a extrema desapareceram gradualmente. No Nordeste, áreas de seca grave começaram a retroceder a partir de março de 2024.

Este fenômeno também contribuiu para as inundações excepcionais em maio, resultando no maior desastre já registrado no Rio Grande do Sul.

Boletim Climático

Segundo o boletim divulgado pelo Inmet na última quarta-feira (12), as atuais condições de temperatura da superfície do mar do oceano Pacífico equatorial indicam valores próximos da média climatológica. Isso sinaliza o fim do El Niño e a chegada do La Niña, caracterizado pelo resfriamento anormal das águas do Pacífico.

“A maioria dos modelos climáticos aponta para uma condição de neutralidade, com valores de anomalia da superfície do mar inferiores a 0,5°C. As projeções do International Research Institute for Climate and Society (IRI) indicam a possibilidade de formação do fenômeno La Niña a partir do segundo semestre de 2024, com uma probabilidade de 69%,” informou o Inmet.


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