Saúde e Bem Estar

Deputado pede prioridade de vacinação para funcionários de supermercados, garis e vigilantes

Em nota, deputado afirmou que a prioridade deve ser para quem nunca deixou de trabalhar e para àqueles que não podem parar novamente
Por: Elias Bielaski | Publicado: 15/06/2021 às 10:58 | Alterado: 22/06/2021 às 22:15
Marcus Vinícius de Almeida no Controle Geral. Foto: Elias Bielaski / ClicRádio
Marcus Vinícius de Almeida no Controle Geral. Foto: Elias Bielaski / ClicRádio

Na tarde desta segunda-feira, 14 de junho, o deputado Estadual Marcus Vinícius Vieira de Almeida, do Progressistas (PP), encaminhou requerimento à Secretária Estadual de Saúde e ao Comitê de Crise do RS pedindo prioridade de vacina para funcionários de supermercados, garis, vigilantes e trabalhadores do varejo.

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"Prioridade para quem nunca deixou de trabalhar e para àqueles que não podem parar novamente", destacou o deputado, em nota.

Conforme divulgado pelo gabinete do deputado Progressista, há um avanço significativo na vacinação contra a Covid-19 nestes últimos meses, inclusive com a expectativa de que toda a população adulta receba a primeira dose até setembro. 

"Nesse cenário, assim como eu,  muitas pessoas entendem que este seja um momento oportuno para priorizar a vacinação daqueles que não puderam deixar de trabalhar e dos que não podem parar novamente", complementou o deputado.

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Confira o vídeo divulgado pelo deputado:

No primeiro grupo, o deputado destacou os trabalhadores dos serviços de limpeza pública (especialmente os garis), vigilância, e os funcionários de supermercados. Segundo ele, estas pessoas sempre estiveram empenhando suas funções para que os serviços mais básicos pudessem chegar aos gaúchos.

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No segundo grupo, fica destacado o setor do comércio enquadrado como não essencial. Conforme a assessoria do deputado, cerca de 100 mil estabelecimentos como bazares, lojas de vestuário, revendas de veículos, eventos,  entre outros, foram forçados a encerrar suas atividades em 2020 por conta da crise agravada pela pandemia. 

Ainda de acordo com a nota, os que conseguiram continuar foram submetidos, em muitos casos sem planejamento prévio, a  parar seus atendimentos recorrentemente. Esse contexto impossibilitou muitos empreendimentos de gerar renda para pagar seus funcionários e contas.

"Pessoas que compõem o quadro  de empresas que já estão muito fragilizadas é que não podem ficar na ordem geral da fila. Priorizá-los significaria evitar novos fechamentos de portas e ainda mais prejuízos"
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