Polícia

Dificuldades do Poder Judiciário foram agravadas pela pandemia, relata advogada

Presidente da subseção de Camaquã da OAB/RS falou sobre dificuldades enfrentadas por servidores do Judiciário e pelos problemas causados aos gaúchos
Por: Elias Bielaski | Publicado: 13/06/2021 às 13:14 | Alterado: 20/06/2021 às 14:45 | Fonte: Colaboração de Danilo Beltrami
Advogada Roberta Magalhães no Controle Geral. Foto: Elias Bielaski / ClicRádio
Advogada Roberta Magalhães no Controle Geral. Foto: Elias Bielaski / ClicRádio

Na manhã deste sábado, 12 de junho, o programa Controle Geral trouxe uma pertinente atualização sobre a situação vivida pelo Poder Judiciário do Rio Grande do Sul. O programa recebeu a advogada Roberta Magalhães,  presidente da subseção de Camaquã da OAB/RS.

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No estúdio da ClicRádio, ela abordou os principais impactos e mudanças causadas pela pandemia de Covid-19 no sistema judiciário do Estado. O programa é apresentado por Alvorino Osvaldt com os comentários de Danilo Beltrami, ambos advogados.

Dentre os destaques, a advogada detalhou as consequências da paralisação das atividades presenciais, principalmente aos escritórios de advocacia. Segundo ela, o não funcionamento pleno do Poder Judiciário, principalmente o Estadual, acarretou no fechamento de diversos escritórios.

Ela também falou sobre as dificuldades enfrentadas pelo cidadão na busca da prestação jurisdicional. De acordo com Roberta, essa dificuldade é evidente para aqueles que necessitam do atendimento da Defensoria Pública.

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A presidente da subseção de Camaquã salientou que para parte destes atendimentos, é importante frisar o acesso ao site, o contato por e-mail e o contato por outras formas digitais com a Defensoria Pública, independente da Comarca em questão.

Uma das principais situações apontadas pela advogada é a dificuldade de acesso à internet e aos meios digitais por parte da população Gaúcha.

Roberto apontou que todas as dificuldades existentes no Poder Judiciário Estadual de Camaquã foram agravadas pela Pandemia.

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Outro tema debatido no programa foi a necessidade e o andamento da digitalização dos processos físicos, que inclusive não tem qualquer movimentação quando o Foro está fechado.

A advogada defendeu que a digitalização deve ser feita pelo Judiciário e não pelos advogados, pois muitos não tem estrutura para isto. 

Assista a entrevista completa:

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