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Outubro Rosa 2020: “O pior foi quando o cabelo começou a cair”, afirma mulher que venceu câncer de mama

Ilma Mallmann é assistida pela AAPECAN e contou sua história de luta e superação ao lado da psicóloga Aline Pacheco; confira
23/10/2020 - 11h:48min - Fonte:

Outubro chegou e com ele inicia uma das campanhas mais importantes do ano, o “Outubro Rosa”. Durante este mês diversas ações são realizadas com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância do autoexame e diagnóstico precoce do câncer de mama e colo do útero. 

Se o câncer for diagnosticado na fase inicial, pode reduzir significativamente a necessidade da retirada dos seios (mastectomia). Por isso a importância da campanha Outubro Rosa e a conscientização do autoexame. 

Outra forma de prevenção muito importante é a realização periódica do exame de mamografia. Esse exame deve ser feito anualmente por mulheres com mais de 40 anos de idade.

Os números do câncer de mama comprovam a importância da atenção ao tema. Em média 2 milhões de mulheres são diagnosticadas com câncer de mama no mundo. Esse tipo de câncer está entre os três mais comuns do mundo, ao lado do câncer de pulmão e colorretal.

E para falar mais sobre o assunto a psicóloga Aline Pacheco, da Unidade de Camaquã da Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (AAPECAN) e usuária Ilma Mallmann, participaram de uma entrevista na ClicRádio na manhã desta sexta-feira (23).

A senhora Ilma contou sua experiência com o câncer de mama e a diferença que a assistência da AAPECAN fez em sua vida. “Eu sempre digo que é a minha segunda casa”, afirmou Ilma sobre a entidade. 

Ela contou como foi a descoberta do diagnóstico positivo e as principais dificuldades do período. “O que foi pior foi quando o cabelo começou a cair”, revelou. A senhora lembrou que a família desempenhou um papel fundamental ao decorrer de seu tratamento. “Nessa hora a família é muito importante”, contou. 

De acordo com a experiência da convidada, ela comentou como ocorreu o tratamento e informou que foi algo que não esperava. “Foi suportável”, afirmou. Segundo a senhora comentou, nem todo o processo é penoso e existem alternativas que podem ser realizadas para amenizar as “partes ruins”. 

“Sempre chegam relatos referentes a questão de tempo”, disse. Ela explicou que algumas das assistidas comentam que não tinham tempo para tomar um chimarrão com o marido, brincar de boneca com a filha e depois de terem vivenciado a condição de câncer, descobriram que podem adaptar a vida para ter esse tempo. 

É possível conferir a entrevista completa e saber mais detalhes da história da história de luta e superação da dona Ilma, a partir dos 38 minutos de transmissão:

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