Economia

Auxílio Emergencial: Governo divulga calendário para novos aprovados e para quem realizou contestação

Novo calendário contempla inscritos nos Correios, os que fizeram a contestação até 16 de agosto e aqueles que receberam auxílio mas tiveram pagamentos suspensos em agosto
Por: Elias Bielaski | Publicado: 26/08/2020 às 00:00 | Alterado: 22/04/2021 às 11:06 | Fonte: Com informações de Caixa e G1
Auxílio de R$600 tem novas parcelas nesta semana. Foto: Renata Ulguim / Clic Camaquã
Auxílio de R$600 tem novas parcelas nesta semana. Foto: Renata Ulguim / Clic Camaquã

Nesta quarta-feira (26), o Ministério da Cidadania comunicou uma atualização no calendário de pagamentos do Auxílio Emergencial de R$600. A atualização veio através de publicalão do Diário Oficial da União e contempla o benefício para quem realizou contestação ou teve o pagamento suspenso.

Os depósitos serão feitos nas contas poupança social digital, e estarão disponíveis inicialmente apenas para pagamento de contas, de boletos e realização de compras por meio do cartão de débito virtual. Estes depósitos são feitos de acordo com o mês de nascimento do beneficiário, com primeiro pagamento para os nascidos em janeiro; o segundo, para os nascidos em fevereiro e assim sucessivamente.

Veja abaixo os calendários de pagamento para os novos beneficiários abaixo. Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial.

Após o depósito na conta dos nascidos em dezembro, inicia a liberação da transferência e de outras transações envolvendo os valores (confira o calendário abaixo).

No decreto publicado no Diário Oficial, caso o trabalhador tenha indicado uma conta já existente ao fazer o cadastro, nas datas em que forem liberados os saques e transferências, os recursos ainda existentes na poupança social digital serão transferidos automaticamente.

O novo calendário contempla trabalhadores:

  • que tenham se cadastrado nas agências dos Correios entre os dias 8 de junho e 2 de julho;
  • que tenham feito a contestação dos pedidos entre os dias 3 de julho e 16 de agosto, e tenham sido considerados elegíveis; e
  • que tenham recebido a primeira parcela em meses anteriores, mas tenham tido o pagamento reavaliado em agosto de 2020.

Leia também: Clique aqui e confira todos os calendários do Auxílio Emergencial

Calendários de pagamento - por G1

 

Para o público inscrito nas agências dos Correios entre 8 de junho e 2 de julho, e trabalhadores que tenham feito a contestação entre os dias 3 de julho e 16 de agosto, os pagamentos serão feitos em poupança social digital:

Lote 7, Parcela 1 — Foto: Economia G1

Lote 7, Parcela 1 — Foto: Economia G1

Lote 7, Parcelas 2 e 3 — Foto: Economia G1

Lote 7, Parcelas 2 e 3 — Foto: Economia G1

Lote 7, Parcelas 4 e 5  — Foto: Economia G1

Lote 7, Parcelas 4 e 5 — Foto: Economia G1

Para os trabalhadores que tenham recebido a primeira parcela em meses anteriores e o pagamento suspenso em agosto:

Reavaliados em agosto - todas as parcelas — Foto: Economia G1

Reavaliados em agosto - todas as parcelas — Foto: Economia G1

 

Auxílio prorrogado

Finalmente, os brasileiros tiveram a notícia de que o Auxílio Emergencial será prorrogado. O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, atualmente sem partido, confirmou que o Auxílio Emergencial para combater efeitos da pandemia de Covid-19 será, de fato, prorrogado até dezembro.

O anúncio foi feito durante manifestação de uma apoiadora no evento no Rio Grande do Norte. O presidente deixou claro que o valor ainda não foi definido e que certamente não será de R$600 e, provavelmente, ficará entre R$250 e R$350.

Questionado por uma apoiadora sobre possível prorrogação do programa, Bolsonaro respondeu: "Até dezembro, só não sei o valor". Ele ainda complementou: "O Auxílio Emergencial foi bem-vindo, mas ele custa R$ 50 bi de reais, e infelizmente não pode ser definitivo, mas vamos continuar com ele, mesmo com valores diferentes, até que a economia possa pegar em nosso país".

O presidente também destacou o alto custo para manter o programa. Segundo ele, o benefício custa R$50 bilhões por mês e por este motivo, "não pode ser eterno".

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