Esporte

De Cristal para o Mundo: Foguinho conta sobre nova vida no Japão

Guilherme Krolow, o Foguinho, participou do programa A Hora e A Vez do Esporte; destacou sobre a contratação, os jogos e adaptação no novo País
Por: Renata Ulguim | Publicado: 08/06/2021 às 16:09 | Alterado: 15/06/2021 às 23:55 | Fonte: Celiomar Garcia
De Camaquã para o Mundo: Foguinho conta sobre nova vida no Japão
De Camaquã para o Mundo: Foguinho conta sobre nova vida no Japão

De Cristal para o Mundo, foi com esse clima que o programa A Hora e A Vez do esporte aconteceu nesta terça-feira, 8 de junho. O entrevistado do dia, foi o volante Guilherme Krolow, o conhecido como “Foguinho”. 

O volante foi contrato pelo Vegalta Sendai do Japão. No momento ele destacou que assim que chegou ao Japão, foi muito bem recebido tanto pelos dirigentes do Vegalta, bem como pelos torcedores.

Atleta cristalense “Foguinho” recebe proposta de clube do Japão

Foguinho salientou que no Japão o futebol é realizado de uma forma dinâmica e com o objetivo um pouco diferente. “As equipes procuram o gol com mais intensidade, isso porque no Brasil, se valoriza muito a posse de bola, mas com menos busca ao gol adversário”, disse. Ele comentou ainda, que precisou de 20 a 30 dias para se adaptar ao fuso horário que possui a diferença de 12 horas em relação ao Brasil. 

O Vegalta Sendai não vencia em casa há mais de 1 ano e figurava nas últimas posições antes da chegada do atleta. Posteriormente, o time já voltou a vencer nos domínios e está muito próximo de sair da Zona de Rebaixamento. “O meu contrato inicial é de 2 anos, mas prefiro deixar as coisas acontecerem e desta forma prefiro viver o momento”, contou. 

"Sinto orgulho de poder representar nossa região", ressalta volante Foguinho

"Bom, essa tem sido a parte mais difícil aqui no Japão, pois pensei que pudesse trazer minha esposa junto, mas fui informado depois que devido a Pandemia teria de vir sozinho. Tem momentos que o silêncio parece aterrorizante, pois não é fácil ter de fazer as refeições sozinho em casa, até porque sempre fui muito família. Mas tenho feito minhas orações e pedido a Deus que Ele conduza a sua maneira.

Assista a entrevista completa:

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