Colunistas

Cortes de verbas e Administração

05/06/2019 - 10h:44min
Nelson Egon Geiger

Depois da tempestade vem a bonança. A calmaria que acontece desde a semana anterior demonstra que, aos poucos, o Governo Federal se encaixa na sua obrigação: dirigir o País.

 

            A nação não quer nada mais do que isso. Que as conquistas sociais avancem, mas, que também se organizem as contas públicas. Que o Brasil possa seguir em frente. Afinal somos 210 milhões de habitantes e a maioria menor de dezoito anos. Portanto, a geração futura. E, exatamente essa é que precisa de tranqüilidade para estudar e posteriormente ter no que e aonde trabalhar. A fim de produzir, sustentar-se e sustentar sua família que, em seguida advirá. Esse é o caminho da sociedade.

 

            Sumiu-se da mídia Olavo de Carvalho. Que bom que deixou de dar “palpites transversos” na condução do Governo. O que, evidente, não é assunto para ele. O que o povo necessita é de paz e tranqüilidade. E isso melhora quando se tem, senão dinheiro, pelo menos esperança de futuro melhor. Para o que os comentários absurdos e nada intelectuais, como o mencionado pensa, não venham atrapalhar.

 

            Já temos problemas de sobra. A corrupção institucionalizada está sendo, aos poucos, desmantelada em todos os níveis. Desde as mais simples instituições municipais até as mais poderosas federais. Passando, é claro, pelos Estados onde a cada dia surgem algumas denúncias. Ora de desvio de verbas da saúde, ora da educação, ora dos investimentos públicos.

 

            O Governo precisa trabalhar mais e falar menos. O resultado será a resposta de todo o governante para a população. Ótimo que se construam estradas de ferro e isso, embora não divulgado pela mídia, o Governo Federal vem fazendo desde a posse do Presidente Jair Bolsonaro.

 

            O corte de verbas na área da educação, o Governo afirma que não prejudica alunos, nem professores e nem instituições de ensino. Apenas os gastos supérfluos com viagens, cursos e palestras no exterior. Até de espetáculos de arte não compatíveis com Universidades.

 

            Vamos ver. Se não houver mesmo, o que se acredita, prejuízo para o ensino superior gratuito ou incentivado para os alunos mais carentes e para a o fortalecimento da educação em geral, os cortes poderão ajudar outras áreas. Como necessários investimentos em vias e rodovias.

 

            Não cabe ao Presidente se preocupar pessoalmente com CNH e com quantidade de projetís que as pessoas possam comprar durante o ano. Isso é assunto para assessores. Nem é o caso de se intrometer com a “cadeirinha para nenês nos veículos”. Isto é para assessores e para o CONTRAN. Ao Presidente cabe supervisionar; não se intrometer nessas áreas.

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