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O voto consciente

28/09/2018 - 14h:13min
Nelson Egon Geiger

Muito interessa para todos os brasileiros o resultado da próxima eleição. Todos brasileiros inclui o Rio Grande do Sul e também Camaquã.

Como o nosso Estado é politizado, evidente que a corrupção os desmandos administrativos, os maus administradores e maus representantes no Legislativo não conseguem o voto dos gaúchos. Para o Poder Legislativo o voto será para 02 vagas no Senado Federal; mais 01 voto para Deputado Federal e um para Estadual. No mais, os cargos executivos são o Governador e o Presidente a serem eleitos.

Mau político aqui no Rio Grande não se cria. Quem foi mau Deputado e se envolveu, por exemplo, na Operação Lava Jato não vai conseguir mais o voto do eleitorado Riograndense, por certo.

Existe um Deputado Federal, cuja base eleitoral é Canoas e que já foi Presidente da Câmara que tem, todos já viram isso na mídia, processo por corrupção. Lembro-me que na eleição anterior (2014) o referido parlamentar tinha a propaganda, comumente chamada de “santinhos", em cartões de plástico. O partido ao qual pertence e é candidato à reeleição, nem preciso dizer. Outro Deputado Federal e candidato de novo, envolvido em escândalo no DETRAN em tempos do Governo de Yeda Outro, Estadual e novamente disputando o cargo, com os bens bloqueados desde que saiu da Prefeitura de um município vizinho. Nenhum deles merece ser reeleito.

Em nível de candidatos ao Governo do Estado, o caminho é aquele que melhor interessa para nossa recuperação fiscal. Sem promessas fantasiosas ou inviáveis. É preciso ter a consciência de que ninguém é “Mandrake” para fazer mágica. O que se precisa é seriedade com a coisa pública. Seriedade administrativa. Não “invenções” ou promessas vãs.

O maio problema esbarra, então, no principal cargo. O de Presidente. Para o qual concorrem 17 nomes. Alguns sérios. Outros nem tanto. Ou por estarem já envolvidos em processos judiciais que apuram sua administração em cargos antes ocupados. Outros mal cercados. Quer dizer, mal acompanhados, com uma “catrefa” de seguidores envolvidos “até ao pescoço” em processos diretamente ligados com corrupção decorrente de envolvimento direto com o erário público. Quer através de condenações já ocorridas, quer de processos em andamento. Ou citados por delações que estão sendo utilizadas pelo Ministério Público para fazer denúncias; ou por Juízes para lavrarem sentenças condenatórias.

ASSIM que, estamos ingressando na reta final, como se diz em carreiras ou corridas de cavalos ou automóveis. Está na hora de todo eleitor definir seu voto. No que for melhor para o Brasil. Não nas quimeras ou promessas vazias. Sim busca de recuperar o Brasil.

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