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Ivo diz que não, mas...

22/01/2020 - 08h:54min
Alvorino Osvaldt - Controle Geral

Neste ano, todos sabem, teremos eleições nos municípios brasileiros. É natural que surjam expectativas e boatos sobre possíveis candidaturas ao próximo pleito. O atual prefeito de Camaquã, com primeiro mandato tem permissão para concorrer a reeleição, se quiser. Já a algum tempo Ele é questionado pela imprensa local sobre a sua condição de possível candidato, e, invariavelmente, tem dito que não concorrerá, mas que poderá indicar um nome para as próximas eleições... Entretanto fontes afirmam que Ivo será candidato sim! E o que vemos são inúmeras ações que nos levam a crer que com o passar do tempo seu nome será o indicado pelo partido a concorrer. E ele tem legitimidade para isso. E quem seria o vice do atual prefeito? Jair Martins? Tudo depende das coligações que serão formuladas para o próximo periodo eleitoral. Alias, interessados não faltam. O MDB, por exemplo, é candidato forte. Já há afirmações de que este parceiro de primeira hora do atual Prefeito quer ocupar o cargo, resta saber se o Prefeito concordará com esta possibilidade. Agora, porém ainda está cedo para estas definições, mas logo a questão terá de ser decidida e o MDB tem legitimidade para pleitear o posto. Agora é hora de sentar... E aguardar!

15 dias sem coleta!

A implantação da Coleta Seletiva em Camaquã ocorreu em 2001, no governo João Carlos, quando era Secretário Municipal do Meio Ambiente o Dr. Renato Zenker! Foi um passo a frente no tratamento do recolhimento de resíduos em nossa cidade, naquela época um projeto sem comparativo na região e de resto na grande maioria dos municípios do país! Ouvido agora pelo Clic sobre a decisão de paralisar a coleta no município por 15 dias, Renato afirma que age certo o governo municipal, pois havia necessidade de alterações na condução do sistema para um melhor controle. Desta forma, tendo a opinião do criador deste tipo de recolhimento de resíduos, quem sou eu para discordar da medida. Contudo cabe a observação de que o prazo de 15 dias sem recolhimento pode levar a comunidade a ficar desestimulada de continuar com a separação, tão necessária, e fazer o recolhimento do lixo todo misturado, o que seria um desastre. Quinze dias é um prazo um tanto longo para que se deixe de fazer o recolhimento de lixo, pois poderá ocorrer de que alguns contribuintes não tenham local adequado para armazenar tais resíduos. Isto seria lamentável! Lembramos ainda que este é um serviço cobrado pelo município, numa das parcelas do IPTU, portanto de sua responsabilidade.  Torçamos para que a coleta volte de forma mais correta e adequada à população.

Prá você pensar:

“A diferença entre um estadista e um demagogo é que este decide pensando nas próximas eleições, enquanto aquele decide pensando nas próximas gerações.” (Winston Churchill)

Camaquã (RS), 20 de janeiro de 2020.  

Alvorino Osvaldt

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