Carros e Motos

"Aqui a gente encontra os amigos e a natureza", conta trilheiro

Série "De carona com o Clic" mostrou um dia pelo interior com o grupo Camaquã Moto Trilha; assista
Por: Elias Bielaski | Publicado: 01/05/2021 às 10:53 | Alterado: 08/05/2021 às 22:04
Foto: Igor Garcia / Clic Camaquã
Foto: Igor Garcia / Clic Camaquã
Foto: Igor Garcia / Clic Camaquã
Foto: Igor Garcia / Clic Camaquã
Foto: Igor Garcia / Clic Camaquã
Foto: Igor Garcia / Clic Camaquã
Foto: Igor Garcia / Clic Camaquã
Foto: Igor Garcia / Clic Camaquã

O novo episódio da série "De Carona com o Clic" está no ar! Dessa vez, o repórter Igor Garcia vestiu um traje diferenciado e embarcou em uma Yamaha TT-R 230 para mostrar um dia de aventura do grupo Camaquã Moto Trilha.

Pelas estradas da região, a reportagem passou pelo Bonito, Campestre e foi até Cerro Grande do Sul. Acompanhado dos trilheiros Diego Tessmann e Gilberto Bielaski, o Beto, o repórter ficou mais de seis horas na motocicleta de Ronei Olson, um dos precursores das trilhas na região.

ClicRádio e Afubra sorteiam dois smartphones.

E para quem acha que as trilhas são andanças aleatórias: você se enganou! Os integrantes do Camaquã Moto Trilha falaram sobre a realização das tradicionais trilhas de sábado, que tem um puxador, geralmente o mais experiente, e o varredor, que fica por último para auxiliar os demais.

Eles contaram que o precursor das trilhas na região foi o advogado Nataniel, seguido por Ronei Olson; Istelmar Garcia, o Naná e Gilberto Bielaski, o Beto. 

Trilheiro há mais de 20 anos, Beto foi o apresentador das paisagens durante a reportagem e contou um pouco do sentimento compartilhado com os amigos: "Aqui é onde a gente alivia o stress, se encontra com os amigos, se diverte, tem contato com a natureza", contou. Quanto aos colegas de grupo, Beto não perdeu a piada:

"Tem uns chatos que nem o Chinês; o Vinícius, que se acha bonito; o Naná, que é um feio assumido; o Ronei, que é o nosso mestre... tem de tudo um pouco"

Receba as notícias do Clic Camaquã no WhatsApp.

Ele também aproveitou para falar de Diego, seu cunhado: "Tentei fazer de tudo pra ele não vir, mas não adianta. O homem foi persistente e veio. Não consegui me livrar". Diego, de 35 anos, contou que a trilha é uma diversão e pra ele, funciona como uma terapia.

As trilhas pela serra e pelos 'matos' encanta pelas belas vistas, mesclando cachoeiras, montanhas, sangas e planícies. Com palavras, é difícil fazer jus às imagens capturadas pela reportagem. Quer saber mais? Assista:

deixe seu comentário