Boca no Trombone

Quarto caso de envenenamento de gatos é registrado em Camaquã

Só nesta semana a Redação do Clic Camaquã recebeu quatro denúncias deste tipo de crime em três bairros diferentes
Por: Celiomar Garcia | Publicado: 08/10/2021 às 17:45 | Alterado: 15/10/2021 às 19:46
Foto: Internauta/Clic Camaquã
Foto: Internauta/Clic Camaquã

Nesta sexta-feira (8), a Redação do Clic Camaquã recebeu mais uma denúncia de envenenamento de gatos. Desta vez a internauta nos relatou que o caso ocorreu na Avenida Nestor de Moura Jardim, no bairro Jardim, em Camaquã. Ela disse que dois de seus três gatinhos foram vítimas dessa crueldade, sendo que o Kakashi não resistiu e acabou morrendo, embora tenham feito todas as tentativas de salva-lo. Já o Frajola segue lutando pela vida, segundo nos informou a internauta. Assim como nos outros casos, sua família está revoltada com tamanha crueldade.

"É impossível compreender o que leva alguém a cometer uma crueldade dessa. Que seja preso pelas autoridades e pague por essa barbárie", desabafou ela. 

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Relembre os outros três casos

Caso 1

Nesta segunda-feira, 4 de outubro, a reportagem do Clic Camaquã recebeu uma denúncia de envenenamento de animais em um condomínio de Camaquã. O caso ocorreu na última semana no bairro Jardim do Forte, próximo ao Complexo Poliesportivo Ruy de Castro Netto, a popular Prainha.

Conforme o relato da internauta, que preferiu não se identificar, foram três animais mortos de forma cruel nos últimos dias.

Eles foram encontrados envenenados em um terreno localizado próximo ao condomínio em questão.

À reportagem, a internauta demonstrou indignação com o ocorrido:

"Isso é muito grave. Não se tira a vida de animais assim. Se está incomodando, tem grupos, é só procurar o dono. Não é a primeira vez que acontece", relata.

A moradora conta que o animal era o companheiro de sua filha pequena, que ficou arrasada com o ocorrido:

"Minha filha está arrasada. Ela é uma criança. Eu sempre cuidei do meu bichinho. Quem gosta, sabe o tanto que dói", contou.

Ela ainda destacou que mesmo que fosse um animal de rua, não haveria justificativa para tamanha crueldade:

"Mesmo que fosse de rua, toma outros meios, não mata. É uma vida! Esse gato parecia criança. E a dor da minha filha, fica como?"

Caso 2

Menos de 24 horas, após ser publicada a reportagem sobre a denúncia que animais estão sendo envenenados no bairro Jardim do Forte, outra internauta entrou em contato com a Redação do Clic Camaquã para relatar que sua gatinha também foi vítima de envenenamento, desta vez no bairro Jardim, em Camaquã. 

Ela também informou que na rua Teixeira de Freitas seguidamente está ocorrendo este tipo de crime, tanto em gatos, como em cães. Em seu relato, ela disse que após ser envenenada, a gatinha não teve forças sequer de entrar para dentro de casa, sendo preciso ser resgatada, quando já agonizava.

“Ela estava agonizando no pátio, sem forças de acessar novamente a nossa casa, tive que resgatar ela. Tentamos de tudo, mas infelizmente não conseguimos salvar”, disse a internauta.

Ela também falou sobre o que a gatinha representava para família, principalmente para sua filha e finalizou mostrando toda sua indignação com este tipo de crime cometido contra os animais.

“Ela era o nosso xodó, se criou com minha filha de dois anos, que era muito apegada nela. Gostaria de deixar registrada toda minha indignação, pois quem faz isso contra um animal indefeso, não possui amor no coração, para mim é um monstro”, desabafou. 

Caso 3

Durante a manhã deste sexta-feira, dia 8 de outubro, uma internauta do bairro Olaria entrou em contato com a redação do Clic Camaquã para alertar a comunidade que animais estão sendo envenenados na localidade em que mora. Infelizmente sua gatinha chamada Bebê faleceu após comer algum alimento envenenado. 

Esse é o terceiro caso que chega a redação sobre envenenamento de animais em quatro dias. Segundo a moradora, a gatinha não conseguiu nem chegar em casa. A família encontrou ela morta em frente a residência.

A internauta lamentou a morte da gatinha e a maldade das pessoas que praticaram a ação. A gatinha Bebê era a companheira da filha da internauta, uma criança de dois anos de idade que chama pela bichana o dia todo. 

"Minha filha não para de chamar a gatinha. Isso não se faz é muita maldade.", lamentou. 
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