Colunistas

Enquanto o tempo passa

01/03/2018 - 11h:24min
Nelson Egon Geiger

Este é um ano eleitoral. Normal em sistemas democráticos. Nos quais, periodicamente existem eleições para se substituír os governantes. Dos Poderes Executivo e Legislativo. Em nosso caso existem a cada dois anos; ora para Presidente da República, Governadores e Parlamentares; ora para os Prefeitos e Vereadores.

Neste ano serão substituídos o Presidente e Vice, os Governadores, Senadores em um terço; Deputados Federais e Estaduais. A rotatividade, nos regimes democráticos é salutar. Neste é bom se ver livre do Presidente, que o povo escolha outro, mais competente e sério, de muitos Senadores, entre os quais aqueles que são lá do Nordeste. E Deputados que assolam a Câmara Federal de todas as partes do País. Infelizmente até de nosso sério Rio Grande do Sul, onde ainda pairam alguns “germanos” envolvidos em práticas suspeitas. E no caso da Assembléia, um do vizinho Município que está com os bens bloqueados por irregularidades na Prefeitura.

No mais, não vejo problemas em serem reeleitos os políticos sérios. Eu mesmo reafirmo meu voto, caso concorra, para o Governador Ivo Sartori, que vem tentando limpar a imundície deixada por Tarso Genro e sua “troupe”, que resultou na pior situação econômica farroupilha. Repetirei o voto para Deputado Federal e Deputado Estadual. Estou estudando o Senador, posto que depois de Simon, está difícil uma boa escolha.

Bem, mas antes das eleições ainda passaremos por nova Copa do Mundo. Depois daquela desastrosa ocorrida no Brasil, quando a patota de LULA e Dilma construiu estádios, não acabou outras obras, e deixou, somados ao ex Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, um rastro de corrupção nunca visto. Isso tudo fora os 7 x 1 contra a Alemanha.

Bem mas o ano começou com um “carnaval” ainda no início de fevereiro. Aí parou o Brasil. Reiniciado agora, começaram as aulas e logo adiante, provavelmente a Copa do Mundo, embora sediada em outro Continente, vai fazer nova paralisação das atividades. Em maio e junho.

A partir de julho começa a campanha eleitoral. Embora o povo esteja insatisfeito com a classe política, sempre haverá intervenção no trabalho da nação. Ora por licenças para candidaturas. Ora por debates eleitorais. Ora pelo trabalho dos “cabos eleitorais” e dos programas políticos gratuitos tirando nossa atenção.

Enfim, é uma roda viva. Assim se processa a democracia. Assim caminha, de forma lenta, o nosso País. Apesar da população cansada e ansiosa pela melhoria dos serviços públicos e dos direitos primordiais, a esperança sempre será a última a morrer. Enquanto isso, o tempo passa.

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